sexta-feira, 22 de setembro de 2017

OAB distribui nota de esclarecimento no caso FGTS

 Sexta-feira- 22 de setembro de 2017

A Ordem dos Advogados do Brasil- OAB- Subseção Piratini, enviou ao Blog Eu Falei um nota de esclarecimento relacionada à matéria publicada neste veículo de comunicação, datada de 18 de setembro de 2017, intitulada: "Dona de casa acusa advogada de golpe no FGTS- Fundo de Garantia por Tempo de Serviço, onde Rejane Souza da Rosa Garcia, 46 anos, acusa a advogada contratada de se apossar ilicitamente de valores do FGTS de seu falecido marido.

Diz a OAB-
                                                                  Prezado Senhor
 Em decisão unânime tomada pelo advogados inscritos na Subseção Piratini, estamos encaminhando a Vossa Senhoria, solicitação para que seja realizada nota de esclarecimento no mesmo veículo de comunicação, com relação a matéria publicada no dia 18 de setembro de 2017, a qual possui o seguinte título: DONA DE CASA ACUSA ADVOGADA DE GOLPE NO FGTS".

Motiva referido pleito, o fato de que em nenhum momento fica esclarecido a qual subseção a profissional que supostamente ensejou o fato mencionado na matéria está inscrita ou onde tramita ou onde tramitou o processo citado.

Informamos, ainda, que a Ordem dos Advogados do Brasil- Subseção Piratini, embora não tenha sido procurada, está à disposição para o que se fizer necessário, inclusive no auxílio da apuração dos fatos.

Bandidos assaltam caminhoneiro na Ponte do Costa

Sexta-feira-22 de setembro de 2017
Bandido foi baleado três vezes pela Brigada Militar
Poderia não ser uma quadrilha especializada em roubo de cargas, crime que teve um aumento significativo em 2017, mas pelo veículo usado para praticar o assalto, um Corolla, são bandidos perigosos e sim, estavam fortemente armados também, mas se planejavam, não conseguiram levar o caminhão carregado de erva-mate.

O fato aconteceu quando o motorista do caminhão atravessava a Ponte do Costa ontem à noite, 21.diante da ameaça das armas o condutor não teve alternativa a não ser parar o caminhão. Dele levaram erva-mate, o que coube no porta-mala do veículos, dinheiro e alguns bens.

Após o saque, os três bandidos empreenderam fuga em direção à Pelotas, mas a Brigada Militar foi comunicada pela vítima que passou as características do carro usado, dando aos policiais a pista suficiente para passar a monitorar carros do modelo citado.


Quando passaram pelo trevo de Capão do Leão começou o confronto. A troca de tiros terminou no Bairro Fragata com um bandido, segundo informações do  jornal Diário Popular, baleado três vezes e os outros dois rendidos e presos.


Nael Rosa- redator responsável
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quarta-feira, 20 de setembro de 2017

Gomes: a frota está sucateada e há uma dívida de 600 mil

Piratini, 20 de setembro de 2017
Secretário foi único a revelar que a gestão passada deixou um rombo a ser pago
Minutos após nos receber em sua sala na Secretaria Municipal de Educação, Gilson Gomes que  também é vice-prefeito de Piratini, levou por volta de um segundo para responder  quando questionado se o transporte escolar de Piratini poderia ser classificado como um problema crônico.” , “Concordo. Ele é crônico. Isso se arrasta a muito tempo, principalmente de outras gestões. Para que se tenha uma ideia, nós temos parcelamentos de dívidas com transporte que vão até o final do nosso mandato”, revelou o vice e secretário sendo o primeiro e único da equipe de governo a admitir que ficaram restos a pagar do governo passado. Devemos de 2014, 2015 e 2016, (exatamente na gestão Vilso Agnelo, do PSDB). “ São quase 600 mil reais em atraso que agora são nossos compromissos , amplia.

Há dias em que é um pandemônio na secretaria. Batendo à porta Gomes ou inquerindo seus assessores pais indignados porque os filhos não frequentam o colégio há dias, os próprios alunos de idade mais avançada externando que estão perdendo aulas e diretores pedindo uma solução para veículos locados ou não que naquele dia ou até naquela semana não apanharam os estudantes.

Para justificar tantos problemas o secretário admite: a frota do município está sucateada. “Recentemente abrimos processos licitatórios para comprar três ônibus e não obtivemos êxito. Uma empresa venceu, mas apresentou problema na documentação e numa segunda licitação não apareceram interessados. Vamos continuar tentando, até por que, caso fracasse um terceiro processo podemos tomar outro tipo de atitude” explicou.

Piratini atualmente tem 48 linhas operando no transporte de alunos, sendo 18 do município, quase toda em péssimos estado. Terceirizados, ou seja, aqueles veículos que pertencem  a empresas são 30. Gomes admite que há empresários no momento que não estão recebendo pelo serviço que prestam, mas que não há nenhuma linha parada dado ao diálogo com os proprietários. “ Temos e queremos pagar, ampliar a frota própria e reduzir custos para oferecer um transporte de qualidade”, diz.

Mas o tendão de Aquiles da situação na visão de Gomes é o convênio como Estado. Ele explica que a Secretaria Estadual de Educação repassa para que os municípios transportem alunos da rede estadual, sempre baseado no numero de matrículas existentes e tendo como base o Senso anterior. Assim, municípios onde os veículos rodam, por exemplo, 15 quilômetros e consequentemente gastam infinitamente menos combustível, recebem o mesmo valor que Piratini que chega a viajar até 120 quilômetros para deixar o estudante em casa. “Já alertei a secretaria em Porto Alegre e coordenadoria em Pelotas sobre o assunto” Conclui.

Neste momento há na Assembleia Legislativa tendo o deputado estadual tucano Adilson Troca como principal defensor, uma Frente Parlamentar em Defesa do Transporte Escolar.

Nael Rosa- redator responsável
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terça-feira, 19 de setembro de 2017

Inácia ressurge após fogo que impediu desfile em 2016

Terça-feira- 19 de setembro de 2017
Banda ressurgiu das cinzas para fazer bonito na avenida
A pauta envolvendo a Escola Municipal Inácia Machado da Silveira estava agendada para a edição passada que abordou o desfile das entidades que fizeram alusão à pátria, mas no momento de fazer os relatos sobre o  episódio sinistro que a entidade sofreu em 2016 dois dias antes de se apresentar, a diretora Elizabete Peres retrocedeu.  Novamente estávamos às vésperas do desfile e ela temia que a escola fosse novamente atacada já que no incêndio de um ano atrás puseram criminalmente fogo apenas na sala dos instrumentos da banda, o que impediu os alunos de mostrarem o trabalho incessantemente treinado pelo mestre Éverton.

No desfile deste ano a Inácia ressurgiu equipada, afinada e bonita nas avenidas, o que inegavelmente emocionou muitos dos presentes e alguns deles ajudaram a banda a se reerguer.

Missão cumprida com êxito, finalmente conseguimos extrair o depoimento da gestora do colégio. No primeiro mandato como diretora e no calor da emoção e da tristeza, Elizabete chegou a pensar que o fogo posto era para prejudica-la, pensamento que deixou de existir quando conseguiu raciocinar melhor.
“ Um vizinho avisou do fogo, corremos para lá e haviam três pessoas tentando apagar, mas já não havia mais o que fazer, mas  foi possível constatar que o incêndio foi na sala dos instrumentos musicais. Naquele momento restava tentar fazer o fogo não se alastrar para o resto do prédio “, relembra.

Ela conta que já no início da manhã os alunos começaram a chegar. Todos muito emocionados queriam entrar para ver os destroços. “ Eles queriam acreditar”, acrescenta a diretora.
Quando a notícia chegou aos demais educandários todos ofertaram instrumentos para que a banda cumprisse seu papel, o que e virtude dos ensaios não adiantaria. Tristes, mas firmes, optaram por desfilar sem a banda."Sentimos muito. Essa banda é um patrimônio da escola porque foi formada ao longo de vários anos e diretores e, com isso, conseguiu-se reunir um bom número de instrumentos", frisa.

Um tanto zonza com o acontecido, a diretora conta que não sabia o que fazer para recomeçar. Funcionários, professores, pais e a comunidade, deram o norte. Um bingo foi realizado e arrecadou uma parte significativa do necessário para a aquisição de novos instrumentos.“As pessoas foram incansáveis no apoio” recorda.

Mas ainda faltava muito, foi aí, que surgiu uma saída inesperada vinda do governo. O Projeto Mais Educação direcionou valores e mais equipamentos foram adquiridos. Por fim, uma verba proveniente do Poder Judiciário completou o que faltava para  já e junho deste ano os estudantes  voltassem a ensaiar e deixar no passado o episódio sinistro e que momentaneamente lhes tirou a alegria.
Nael Rosa- redator responsável
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segunda-feira, 18 de setembro de 2017

Dona de casa acusa advogada de golpe no FGTS

Segunda-feira- 18 de setembro de 2017
Dona de casa não sabe calcular o prejuízo que sofreu com o golpe

O desconhecimento das leis e a dor proporcionada pela morte do então marido Adelar Gomes Garcia, 43 anos, em 2009,  que foi fazer uma cirurgia abdominal e infartou, deu inicio há um período difícil na vida de Rejane Souza da Rosa Garcia, 46 anos.

O fato descoberto em 2015 quando ela já havia sido demitida, sem sequer conseguir reunir numerário suficiente para fazer o inventário e destinar para as herdeiras um caminhão e um automóvel deixados pelo falecido.

Com a morte de Adelar, a mãe de Rejane passou a morar em uma propriedade no  interior de Piratini da mãe  e receber ajuda financeira da mesma para se sustentar.

Exatos um ano e dois meses depois, ela estabeleceu uma nova relação e consequentemente formou uma nova família. O novo companheiro pagou o inventário, destinou os bens as meninas, mas começou a desconfiar do desenrolar da história onde estava envolvida a advogada contratada.

Ambos reuniram a papelada do então marido de Rejane e foram até a Caixa Econômica Federal, em Pelotas, que ao examinar a documentação informou que os valores do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço já haviam sido sacados e a autora do saque havia sido a advogada.

Diante da surpresa, o casal decidiu ir até a residência da causídica que negou o saque e o envolvimento com o caso. Quando começaram a ter contato no inicio do processo, Rejane conta que a advogada requisitou a ela o cartão cidadão. Pois no desentendimento na casa da advogada, a mesma recusou-se a entregar o cartão, e foi além: negou que tivesse pedido o documento.

Sem praticamente nada que comprovasse a má fé da advogada, a vítima contratou um novo advogado que para a surpresa dela não fez evoluir o processo. Hora então de tentar um segundo, que assim como o primeiro também nada fez.


Com isso ela constatou que  ao menos parte da classe se protege e como esperança só tem agora o bom senso do juiz da comarca em audiência ainda a ser marcada onde já decidiu que fará a própria defesa do caso.