domingo, 9 de junho de 2019

Sulica estrangula Mercenário e conquista cinturão


Domingo- 09 de junho de 2019

Com Falcão e Alessandro, sulica comemorou a conquista
Ele bateu, amassou e finalizou. Com um desempenho espetacular que levou ao delírio quem compareceu ao Ginásio Benoir Garcia, Centro de Eventos Erni Pereira Alves, Luciano Linhares, o “sulica”, conquistou na noite de sábado (08), o cinturão do Adrenalina Fight 09, evento de Artes Marciais Mistas (MMA) ao derrotar na metade do segundo round Maicon Silveira, o “ mercenário”, de Rio Grande, com uma guilhotina, golpe de estrangulamento que fez o oponente desistir do embate.

Na luta da noite, depois de 14 outros combates, Linhares, que agora tem um cartel de seis vitórias e quatro derrotas, mostrou que sua então deficiência, a luta de solo e que lhe rendeu duas derrotas em eventos recentes quando foi finalizado, é algo que com muito treinamento vai ficando para trás.

Contra mercenário, o lutador piratiniense preferiu mostrar que as técnicas de jiu-jitsu ensinadas por Alessandro Garcia, seu mestre, e pelo multicampeão pelotense da modalidade, Leandro Ribas e ainda pelo mestre Júlio Secco, eram o melhor caminho para conquista do título na categoria peso galo, até 61 quilos.

“Não tenho dívidas que meu desempenho no solo fez a diferença, tanto que coloquei o mercenário para baixo três vezes”, disse o lutador depois da vitória, já pensando no futuro, pois aguarda a confirmação para fazer o combate principal de um evento de MMA a ser realizado em setembro, em Novo Hamburgo.

“ Vou treinar muito para, caso essa luta se confirme, eu possa fazer bonito”, concluiu Linhares que recebeu o cinturão das mãos do campeão europeu dos pesos pesados Maiquel Falcão, que também ajudou na fase de preparação.


Nael Rosa- redator responsável
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sexta-feira, 7 de junho de 2019

Acusado decide devolver dinheiro às suas vítimas


Sexta-feira, 07 de junho de 2019

A matéria publicada na edição de quinta-feira- (06) no blog Eu Falei, que abordou o drama de duas pessoas que foram lesadas por Adilson Silveira Brum, construtor de casas pré-fabricadas, chegou até o empresário de Aceguá após a reportagem ser compartilhada em grupos nas redes sociais.

Preocupado com a repercussão negativa para a sua empresa, a Chalé Y Cia, com sede em Rio Grande, Adilson voltou a fazer contato com as vítimas, o que elas reclamavam que não ocorria há semanas, pois o mesmo não atendia as ligações e bloqueou seus clientes de Piratini na conta usada no Facebook para promover suas vendas.

Ele propôs um acordo para a doméstica  Jenifer Porto, 19 anos, lesada em R$ 10 mil dados como entrada para que ele construísse sua casa própria: Ele realizaria os pagamentos de forma parcelada e com juros, e ela retiraria a denúncia de estelionato feita à Polícia Civil, e também apagaria as postagens expondo a situação envolvendo seu nome.

O mesmo foi proposto ao comerciante Edevar Ferreira Silva, 61 anos, e que perdeu R$ 5 mil na transação que não se concretizou.

Diante dos acordos feitos, o acusado entrou em contato com a reportagem, onde buscou se defender.
“O que aconteceu é que pegamos casas demais para fazer e muitas delas atrasaram. No caso dos clientes de Piratini, eu já estava com toda madeira comprada e estocada, mas eles não aceitaram mais que a construção fosse feita (versão desmentida pelas vítimas), então usei o material para erguer outras encomendas e com isso ter dinheiro para ressarci-los”, disse Adilson, que negou ter evitado seguidos contatos com Edevar e Jenifer, o que também foi comprovado pelos compradores.

Quanto às reclamações expostas nas redes sociais por possíveis vítimas de Rio Grande e Pelotas que teriam caído no mesmo golpe, ele confessou que outros negócios deram errados.

“Fizemos trezentas casas, e em vinte tivemos problemas, assim decidimos parar com as vendas e intencionamos reembolsar a todos”, garante.

A Jenifer, ele devolveu R$ 3 mil na tarde de ontem, e prometeu enviar via depósito bancário ,dia 15 de junho, mais R$ 7 mil, e outros R$ 2 mil como forma de compensação, totalizando R$ 12 mil.

O comerciante Edevar Silva também recebeu a primeira parcela no valor de R$ 1 mil, e teve a garantia de que o mesmo valor será depositado nas próximas quatro semanas.

Indignada com a situação, Jenifer Porto disse que não vai retroceder na divulgação do fato como exigiu o empresário.

“Não vou apagar nada do que publiquei e nem retirar a queixa feita à polícia até que todo o meu dinheiro seja devolvido, pois já confiei uma vez e ele não cumpriu”, falou.



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quinta-feira, 6 de junho de 2019

Vitão diz que não fará o loteamento do Cancelão


Quinta-feira- 06 de junho de 2019
Prefeito alegou falta de recursos para a obra
O prefeito de Piratini, Vitor Ivan Gonçalves Rodrigues (PDT), afirmou que, ao menos em sua gestão que termina em 31 de dezembro de 2020, o terreno adquirido pela prefeitura em 1999, período em que Paulo Borges, do MDB, era o gestor, não se transformará em loteamento no bairro Cancelão.

 A afirmação foi feita na segunda-feira, 03/06, durante a audiência pública realizada no colégio do bairro, o República Rio Grandense, quando vereadores e a comunidade debateram o assunto.

Rodrigues justificou falando da atual realidade econômica do município, que disse ser totalmente adversa e diferente da enfrentada pelos seus antecessores.

“Se não foi feito em gestões passadas, quando eles tinham todas as condições para fazer esse loteamento, não é nessa administração, sem orçamento e recursos para a infraestrutura que eu vou fazer”, disse o prefeito.

Ele destacou que para alojar pessoas no local, se faz necessário primeiro a abertura de ruas, rede d’água, de esgoto pluvial e rede elétrica, o que demanda um valor que os cofres públicos não dispõem.

“O governo federal, nem o estadual tem políticas públicas para a habitação, assim se torna difícil para prefeituras realizarem obras nesse sentido, mesmo que tenhamos ciência de que devemos sim buscar uma solução para esse loteamento, mas em médio prazo é impossível, sendo assim, eu não vou fazer o que os demais prefeitos fizeram, que foi prometer e não cumprir, então eu afirmo que não faremos”.

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Estelionatário dá golpe de 15 mil reais em Piratini


Quinta-feira- 06 de junho de 2019
Vítimas esperavam receber chalés pré- fabricados
”A casa dos sonhos virou a casa dos pesadelos”! A exclamação define a decepção e o arrependimento de uma doméstica, que requer o anonimato, uma das duas vítimas e Piratini do estelionatário Adilson Silveira Brum, que se apresenta em anúncios nas redes sociais como construtor de chalés de pré-fabricados e que já aplicou golpes em outras três cidades: Aceguá, Rio Grande e Pelotas.

Dono de uma conversa com argumentos convincentes, o criminoso que começou tratando da construção da casa em madeira em fevereiro, veio a Piratini para receber a metade dos R$ 20 mil cobrados pela obra, mas a partir daí, ele deu inicio a um comportamento típico de golpista, não cumprido seguidos prazos acertados com a cliente, até que ela, após ser bloqueada em seu perfil no Facebook, plataforma usada para fazer os anúncios, percebeu o golpe e procurou a polícia.

“Ele me deu várias datas e nunca apareceu”, revela mulher que lamenta ter confiado no estelionatário que levou todas as suas economias reunidas para que a família pudesse sair casa de aluguel. Ela conta que sentiu confiança ao tratar com o homem.

“Ele veio à minha casa mostrou os papéis da firma dele, parecia ser tudo dentro da lei, tinha até imagem de chalé com pessoas segurando a chave da casa. Eu pesquisei muito, mas acabei fazendo negócio com o pior”, lamenta a doméstica que perdeu R$ 10 mil.

O comerciante Edevar Ferreira da Silva, 61 anos, também foi atraído por anúncios nas redes sociais feitos por Adilson que, após vir à cidade para receber cinco mil dos R$ 25 mil reais para construir o chalé com quatro cômodos, um banheiro e uma cobertura para carro, agiu da mesma forma e passou a evitar os contatos.

“Ele ficou de entregar a casa em 45 dias, mas nas várias tentativas que fizemos, ouvimos dele que sua empresa havia falido e que ele não tinha dinheiro para cumprir o acertado no contrato assinado”, contou o comerciante que aceitou tornar público o seu drama com o propósito de evitar que o criminoso faça novas vítimas.

“É sujeira, é golpe, então o importante é que outras pessoas não passem pelo que eu passei”, falou.



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quarta-feira, 5 de junho de 2019

Invernada do 20 de Setembro aspira vaga no Enart


Quarta-feira- 05 de junho de 2019
Grupo que conta com 26 integrantes quer a vaga inédita
Driblando a falta de apoio e até mesmo de um espaço adequado para os ensaios que ocorrem semanalmente aos sábados, começando às 21h e terminando às duas da madrugada, a Invernada Adulta do 20 de Setembro CTG, aspira a vaga inédita para participar do Encontro de Tradições Gaúchas, o ENART, evento estadual que acontece anualmente em setembro na cidade de Encruzilhada do Sul.

O sonho a ser alcançado teve um importante capítulo no último final de semana quando o grupo participou e conseguiu o primeiro lugar no Rodeio Artístico da 21ª Região Tradicionalista, que reúne concorrentes de Piratini, Jaguarão, Pedro Osório, Pinheiro Machado, Arroio Grande e Canguçu, cidade onde aconteceu a atividade que classificou para a regional a ser realizada em Santo Ângelo em setembro deste ano.

Para Rafael  Duarte Nunes, patrão da entidade que ha seis anos passa por imensas dificuldades financeiras, estando com sua sede inativa ao estar com o telhado comprometido, a conquista é mais um passo no processo para reerguer o CTG, reinserindo assim Piratini no cenário tradicionalista.

“Diante de tudo que estamos vivendo, sem local adequado até mesmo para fazer os ensaios que em sua maioria ocorrem no anexo do 20 de Setembro, espaço que seria o ideal, essa classificação inicial é gratificante e mostra que estamos empenhados em nos reerguer, pois praticar em um tablado de 9x7 metros, quando as medidas ideais são de 10x14 metros, mostra nossa garra para representar par manter o pago que é berço da tradição representado”, destaca Nunes, que também é um dos 26 integrantes da invernada.

Quanto chegar ao ENART, ele disse que todos tem ciência de que o que está por vir é uma batalha que exigirá muito mais de todos, mas que o empenho do grupo é uma realidade.

“Vamos trabalhar e ensaiar para alcançar este feito, o que entendo ser possível devido à raça que temos, pois mesmo diante das dificuldades encontradas, uma delas a financeira, pois só contamos com o apoio da Secretaria Municipal de Cultura para as viagens, vamos em frente’, garante.

Também se classificaram para a regional, Camila Nunes e Maclei Motta na dança de salão categoria adulta, Laisa Meireles Nunes e Felipe Rickes na declamação feminina e masculina adulta, respectivamente, e Charlene Moura, para concorrer como Intérprete solista vocal feminino.

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terça-feira, 4 de junho de 2019

Quilombolas terão máquinas para preparo da terra


Terça-feira- 04 de junho de 2019
Maquinário vai facilitar preparo da terra nos quilombos

Um pedido de emenda parlamentar ao senador Paulo Paim, do Partido dos Trabalhadores, realizado 2016 pelo vereador também petista, Lourenço de Souza, resultou este mês em dois tratores equipados com arado e grade e que beneficiarão diretamente as comunidades quilombolas Rincão do Couro e Rincão da Faxina, situadas no quinto distrito de Piratini.

Os maquinários agrícolas que já estão no município, aguardam a vistoria da Caixa Econômica Federal para serem entregues em solenidade organizada pela Secretaria Municipal de Agricultura.

Para Maria Emília Soares Porto, vice- coordenadora da Comunidade Quilombola Rincão da Faxina, a chegada dos tratores vai possibilitar que não só as 37 famílias do quilombo continuem a viver do que extraem da terra, mas também os integrantes dos outros sete quilombos do município que cultivam ainda feijão e milho, produtos que geram renda ao serem comercializados em feiras da cidade e em Pelotas.

“Ainda vamos analisar como vamos fazer para que todas as 900 famílias usufruam desse maquinário, mas como sabemos que todos vivem a nossa realidade que é preparar a terra com o uso de pá, portanto de forma braçal, pois nem sempre temos recursos para contratar os implementos, pretendemos sim dividir o uso com todos os oito quilombos”, assegura Maria Emília, que completa:“enfrentamos muitas dificuldades para trabalhar, e esses tratores  vão mecanizar a mão de obra, o que vai nos permitir continuar a viver do campo”.


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