Quarta-feira- 04 de dezembro
Vilma Antunes, professora e diretora da Escola Vera Moreira hoje aparenta tranquilidade, cenário oposto ao encontrado quando à reportagem ela falou sobre o episódio ocorrido em 21 de abril deste ano e que a ela rendeu um estresse profundo e 12 dias de internação no hospital local.
Vilma Antunes, professora e diretora da Escola Vera Moreira hoje aparenta tranquilidade, cenário oposto ao encontrado quando à reportagem ela falou sobre o episódio ocorrido em 21 de abril deste ano e que a ela rendeu um estresse profundo e 12 dias de internação no hospital local.
O motivo do abalo psicológico foi à pichação nas paredes do educandário
onde a gestora foi ofendida e também as ameaças que sofreu por ligações e
mensagens de texto enquanto o fato repercutia na comunidade o que a fez sentir
um enorme desconforto junto aos pais dos alunos do educandário.
Com a conclusão do inquérito policial que indiciou um policial militar e
sua esposa, esta pertencente ao quadro de mestres da escola, Vilma disse ter
uma grande esperança de que as punições sejam severas para ambos ao final do
processo judicial, uma vez que sua imagem foi denegrida junto à comunidade.
- Quero tudo a que tenho direito. Não tive paz durante este tempo e
espero que eles sejam punidos pelo que fizeram. Pretendo processa-los por danos
morais – garante a diretora que já retomou suas atividades escolares.
Segundo Vilma, a queixa do delito de ameaça e também participação do
policial nas mesmas, foram encaminhadas ao comando da Brigada Militar de
Piratini que abriu procedimento interno para apurar a denúncia.
Para ela, os contatos ofensivos tornam os acusados também suspeitos do
ataque às paredes já que foi a própria colega de profissão que a avisou das
pichações às 06 h da manhã.
A professora de 43 anos e que há quatro é a gestora da escola
erguida no populoso bairro Padre Reinaldo, conta que para indiciar o casal
foram usados métodos tecnológicos do setor de inteligência da Polícia Civil que
permitiu detectar com exatidão a data, horário e local de onde partiram os
contatos telefônicos com as ameaças, derrubando com isso o álibi registrado pelo
policial em Boletim de Ocorrência e que alegava ter sido o chip roubado.
Durante a investigação foi possível rastrear uma ligação feita ao filho
em outro estado após a data em que o roubo teria ocorrido.
A audiência sobre o caso ocorrerá dia 12 de março do ano que vem.
A audiência sobre o caso ocorrerá dia 12 de março do ano que vem.













