terça-feira, 22 de setembro de 2015

Bandidos tornam família refém em Morro Redondo

Terça-feira- 22 de setembro
Após longa negociação sequestradores libertaram os reféns

Depois de quase 15 horas de cárcere privado terminou sem vítimas o sequestro de uma família, casal mais um filho De 13 anos, na localidade de Cerro da Buena, interior de Morro  Redondo.
O fato teve inicio às 22:30 da segunda-feira após quatro homens em fuga fazerem a família de refém.

No inicio da manhã os próprios sequestradores fizeram contato com uma emissora de televisão exigindo que uma equipe se deslocasse até o local como condição inicial para se renderem aos cerca de quarenta policiais civis e militares que em dez viaturas de três cidades cercaram a casa no inicio da manhã.

A partir daí, teve inicio uma longa negociação que envolveu dois advogados também exigidos pelos bandidos e uma policial militar. Eles mantiverem sucessivos e longos contatos via telefone celular com as partes que negociaram inicialmente a entrega de parte do armamento existente com os homens, o que ocorreu por volta das 12:00h quando um dos sequestradores jogo pela janela um revólver.

Com a chegada do pai de um dos autores do fato a negociação finalmente apontou para um desfecho positivo e, às 13:40 minutos eles finalmente resolveram se entregar e liberar a família que devido ao abalo psicológico precisou de atendimento médico no local.

Três carros usados pelo grupo em sua fuga pelo interior, assim, a polícia trabalha com a hipótese de que o bando seja o mesmo que assaltou ao meio dia da segunda-feira, 21, o Restaurante 49, às margens da BR 293, episódio que culminou na troca de tiros entre bandidos e Dirnei Centeno Lopes, 63, ferido mortalmente no abdome.



segunda-feira, 21 de setembro de 2015

Confirmados mais dois casos de mormo no Estado

Segunda-feira- 21 de setembro
A contraprova de exames feitos em dois equinos, em Alegrete e em Uruguaiana, na Fronteira Oeste, confirmaram mais dois casos da doença do mormo no Estado. Segundo a Secretaria da Agricultura e Pecuária, os animais já estavam isolados, e não há registro de outros casos na região.

A primeira ocorrência foi confirmada no município de Rolante. Agora, a secretaria vai investigar os contatos que os equinos com a doença tiveram com outros animais, para saber qual a origem do mormo na Fronteira Oeste. Os demais cavalos que estão nas propriedades dos que têm a enfermidade serão monitorados rigorosamente, com exames a cada 45 dias.

O mormo é uma doença causada por uma bactéria em equinos, mas que pode ser repassada para seres humanos e levar à morte. 

O risco de contágio da doença levou pelo menos 120 prefeituras a cancelarem os desfiles farroupilhas em 2015, segundo levantamento divulgado pela Federação das Associações de Municípios do Rio Grande do Sul.

Assalto ao Restaurante 49 deixa uma vítima fatal

Segunda-feira- 21 de setembro

Um assalto ocorrido próximo às 12:30 min da segunda-feira, 21, fez uma vítima fatal no popular Restaurante 49, situado no quilômetro 60 da BR 293.

Conforme relatou Éverton da Silveira Lopes, 27 anos, no Boletim de Ocorrência registrado na Delegacia de Polícia de Piratini, no horário citado três homens que chegaram fortemente  armados em um veículo Monza, anunciaram o assalto levando pertences de clientes que almoçavam no local.

Após praticarem o crime os três criminosos se depararam com Éverton que estava próximo ao restaurante e também tentaram rende-lo. Ele contou que neste momento, seu pai, Dirnei Centeno Lopes, 63 anos e que se encontrava em um prédio em anexo ao estabelecimento onde funciona uma empresa de negócios rurais da família atirou nos assaltantes que revidaram o atingindo no abdome.

Os assaltantes fugiram em direção à Pelotas em um Saveiro pertencente a um cliente que almoçava no local. A mesma foi abandonada na localidade Capela da Buena e, nela marcas de sangue que indicam que ao menos um dos bandidos foi ferido.

Ainda vivo Dirnei foi levado pelo filho para o Pronto Atendimento do Hospital Nossa Senhora da Conceição, mas, devido à gravidade veio a falecer no caminho.

Informações concedidas à polícia dão conta de que os assaltantes trocaram quatro vezes de veículo. 
Agentes liderados pelo delegado Rafael Vitola Brodback realizam buscas na região do ocorrido para tentar localizar o trio, mas não obtiveram sucesso.
 As autoridades já tem suspeitos da prática do crime.

Três são flagrados furtando no Centro de Eventos

Segunda-Feira- 21 de setembro
Dois homens, 19 e 21 anos e, um menor com 17 anos foram flagrados ao mesmo tempo por seguranças de Centro de Eventos Erni Pereira Alves e policiais da Brigada Militar em um cômodo do local onde estava armazenada uma carga de bebidas e, ainda assim negaram o fato comprovado inclusive pelo consumo de parte do produto.

O fato ocorreu por volta de 01h da madrugada e durante o atendimento da ocorrência os policiais da guarnição relatam ameaças feitas pelo adolescente.

Todos foram levados à Delegacia de Polícia Civil e a carga restituída aos proprietários.


Linhas escolares paradas por falta de pagamento

Segunda-feira- 21 de setembro
 A situação que vivenciam os donos empresas que realizam o transporte escolar em Piratini se torna difícil a cada dia, pois com os pagamentos atrasados, se torna inviável o trabalho. 

Em contato com os responsáveis foi confirmada a parada de três linhas: uma da cidade, Ferraria e Santo Antônio. 

Segundo um dos empresários, ele tem um contrato emergencial com a Prefeitura e não tem mais condições de mantê-lo, porque as despesas acumulam e o dinheiro tem entrada com bastante atraso.

Em junho deste ano, outra linha também havia parado pela falta de pagamento, agora novamente é registrada a paralisação de linhas escolares pela falta de pagamento.

Nossa reportagem entrou em contato com a Secretaria de Educação de Piratini onde informou que a responsável pelo setor não estaria presente e não teriam informações sobre a paralisação de linhas escolares.
Informações: Nativa FM

domingo, 20 de setembro de 2015

Devido ao risco de mormo Piratini tem desfile reduzido

Domingo- 20 de setembro
Desfile foi a atração do domingo nas avenidas da 1ª capital farroupilha
A possibilidade de contaminação pela doença do mormo, o que num primeiro momento fez com que os piquetes recuassem na realização do desfile de cavalarianos, impactou de forma contundente na apresentação deste ano. O que se viu nas avenidas Gomes Jardim e Maurício Cardoso foram entidades com uma redução drástica no número de cavalarianos e quase nenhuma alegoria compondo os temas escolhidos.

Mas desfile na capital farroupilha sempre é uma das grandes atrações entre as festividades do mês do gaúcho, assim, novamente milhares prestigiaram a passagem de piquetes sendo o desfile aberto pelo Grupo de Artes Encenação para logo a seguir, seis dos 40 cavalarianos que em 2015 buscaram uma centelha da chama em Cerrito trazendo o candeeiro com a mesma, abrirem passagem para às apresentações a cavalo, o que se deu com o Piquete de Tradições Gaúchas Antônio de Souza Neto.

Para segurança sanitária todos os animais que participaram portavam uma pulseira entregue ao proprietário ou aos patrões dos piquetes mediante a apresentação da Guia de Trânsito Animal (GTA) garantia de que os exames, entre eles o de mormo, haviam sido realizados.Como o organizador do desfile excepcionalmente este ano foi a Prefeitura de Piratini, a mesma concentrou os piquetes na Associação Rural e lá distribuiu as pulseiras.
A possível fiscalização da Inspetoria Veterinária não ocorreu não possível ver um só fiscal exigindo a GTA.

Com o documento em mãos o Piquete Resto de 35 decidiu não obedecer ao que rezou o regulamento e concentrou seus cavalarianos no Estádio Nei Fabião Valente ao final da Maurício Cardoso. O resultado disso é que a entidade fui excluída da ordem do desfile e passou por ultimo em frente ao palanque de autoridades.
- A organização exigiu a GTA, os que possuímos então nós entendemos que, a partir disso podemos circular com os cavalos livremente não sendo obrigado a levar os nossos cavalarianos para a Associação Rural – buscou explicar Vagner Guastucci, integrante do 35.

Ele também comentou sobre a fiscalização e o local escolhido pela organização:

- Entendemos que não é competência da prefeitura fiscalizar a questão da documentação e sim das autoridades sanitárias do Estado. Para nós também pesou a questão de sermos numerosos e termos na nossa estrutura um caminhão com 40 crianças que seria impossível levar para a concentração oficial – concluiu.