sexta-feira, 2 de junho de 2017

Rede São João inaugura a segunda loja em Piratini

Sexta-feira- 02 de junho de 2017
Nova loja é espaçosa sendo mais uma da rede inaugurada do RS

Inauguração em cidade pequena sempre vira festa com direito a música, algodão doce para os pequenos e os não tão pequenos assim e, é claro  coquetel, tudo ara atrair e agradar a figura principal de qualquer seguimento comercial: o cliente que das primeiras horas da manhã até o final da tarde prestigiou o novo espaço inaugurado pela rede São João de Farmácias que com a segunda loja aberta em Piratini chegou a filial de número 584 entre os estado do Rio Grande do Sul, Paraná e Santa Catarina.

O novo espaço, segundo seus organizadores foi escolhido estrategicamente por ter moradores do Bairro Vila Nova indo e vindo e, principalmente por ficar ao lado da Estação Rodoviária onde diariamente circulam uma gama expressiva de pessoas.”Para eles, os passageiros que chegam ou saem dos ônibus, construímos um espaço especial onde podem aguardar seu ônibus tranquilamente sem que precisem comprar nada” , ressaltou o coordenador distrital Juliano Petraca.

Ele lembra que a rede, genuinamente gaúcha que até 24 de junho pretende inaugurar a loja de número 600, está gerando neste momento 12 empregos diretos, e isso é algo que a empresa prima: formar novos gestores que fazem parte da comunidade, comunidade esta que foi salutar para que num curto espaço de tempo a empresa voltasse a investir em Piratini.” Optamos por inaugurar uma filial após conversar com muitas pessoas que residem nas imediações, assim escolhemos um ponto estratégico’’

Para adquirir o mix diferenciado de medicamentos e perfumarias, a empresa oferta o crediário São João, e hoje todos que prestigiaram a inauguração e portaram identidade, cpf e comprovante de residência já puderam ter acesso a essa facilidade.

  Nael Rosa- redator responsável
Contato: 53-84586380


email:naelrosa@nativafmpiratini.com

quinta-feira, 1 de junho de 2017

Informativo ASCAR/EMATER: Pausterização do leite

Quinta-feira- 01 de junho de 2017

Em tempos de hoje, em que muito se fala em alimentação saudável, contam-se calorias, mede-se percentual proteico e de carboidratos de quase tudo que se ingere; dias em que se dá valor para todo rótulo que exibe a nova expressão “DETOX”, acabamos esquecendo-se de diretrizes básicas do que realmente significa alimentação segura.

Não é novidade que temos a necessidade de tratar termicamente ou curar corretamente todos os produtos de origem animal que ingerimos: carne, leite, ovos e seus derivados. Entretanto princípios tão básicos, às vezes caem no esquecimento, deixado de lado pela correria do dia a dia.

As bactérias que provocam doenças são chamadas de microrganismos patogênicos e esses NÃO ALTERAM as características sensoriais do alimento, ou seja, não é possível identificar olhando, cheirando ou provando, que o alimento está contaminado e irá provocar doenças em quem o ingerir.

Um dos grandes veículos de patógenos é o leite cru. A médica Veterinária da Emater de Piratini Msc. Marina Sinott exemplifica que doenças bacterianas como tuberculose, leptospirose e brucelose, podem ser transmitidas pelo leite sem o devido tratamento térmico (fervura ou pasteurização) e também explica que o queijo colonial para ser seguro deve sim ser feito com leite pasteurizado.

Esse processo pode ser feito em casa com o auxílio de um termômetro, cujo processo consiste em elevar a temperatura do leite a 65°C durante 30 minutos e em seguida resfriar rapidamente, colocando o recipiente do leite em água com gelo para que ocorra o choque térmico e a temperatura chegue aos 35°C no menor intervalo de tempo possível. Esse processo elimina as bactérias patogênicas e torna o leite seguro para ser consumido ou processado, explica Marina Sinott.

Para aqueles que criam vacas leiteiras ou compram leite cru e procuram derivado lácteos seguros, não dispondo de um termômetro, pode fazer o requeijão caseiro, uma receita muito simples que rende 4 copos de requeijão a cada 2 litros de leite processado, gerando uma economia de cerca de 20,00 em relação ao preço de mercado, podendo ser armazenado sob refrigeração e consumido em até 10 dias. Um alimento saudável e realmente seguro.

Receita do Requeijão caseiro.
*Ingredientes:
2 litros de leite fresco
½ xícara de vinagre branco ou suco de limão
2 a 3 colheres de sopa de nata fresca e pasteurizada ou fervida

*Modo de fazer:
1- Ferve o leite.
2- Separar uma xícara deste leite.
3- Voltar o leite ao fogo e quando voltar a subir, adicionar o vinagre ou suco de limão, mexendo rapidamente e retirando de imediato do fogo.
4- Aguardar que ocorra a coagulação.
5- Escorrer todo o soro, utilizando uma peneira fina.
6- Colocar a coalhada no liquidificador, acrescentando a nata e o sal.
7- Liquidificar os ingredientes e adicionar, aos poucos, o leite fervido que foi separado até que se obtenha a cremosidade desejada.
8- Colocar o requeijão em um pote de vidro com tampa.
9- Conservar sob refrigeração em geladeira.

*Variações:
1. Pode ser acrescentado em pequenas porções, temperos frescos ou secos: adobo, orégano, pimenta vermelha, azeitonas, pepino, etc.

2. Na forma natural pode ser utilizado em receitas, tais como: Galinha escabelada, lasanha, entre outras.

quarta-feira, 31 de maio de 2017

Piratini:A 800 eleitores de perder o Cartório Eleitoral

Piratini- 31 de março de 2017
Magistrado corre contra o tempo para captar mais eleitores

Uma Portaria assinada pelo presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Gilmar Mendes, deve extinguir inúmeras zonas eleitorais do Rio Grande do Sul.

“O documento, publicado no Diário da Justiça Eletrônico na segunda quinzena de março deste ano, estabelece que “os” tribunais regionais eleitorais deverão extinguir as zonas eleitorais localizadas no interior dos estados” que não atendam a critérios estabelecidos de acordo om cada região.

O objetivo do corte em todo país seria a necessidade de enxugar gastos.

O ocorre que o prazo é de 30 dias e isso tem sido motivo de dor de cabeça para os magistrados de cidades pequenas como Pinheiro Machado, Pedro Osório e Piratini.

Na prática significa que os cartórios das cidades citadas fechariam suas portas e todo o serviço que eles prestam seria encampado por Pelotas gerando um gasto de tempo e dinheiro a mais para quem precisar, por exemplo, encaminhar o título de eleitor.

O juíz da comarca de Piratini, Mauro Peil Martins  lembra que a resolução na verdade é de 2014 e que não foi colocada em prática. Ela estabelece a densidade demográfica que define quantos eleitores a cidade deve ter para manter sua zona eleitoral. "Nossa densidade demográfica é de 5,61 eleitores, temos pouco mais de 16 mil e precisamos de 17 mil para manter o cartório"

Extremamente preocupado porque Piratini tem 16.117, eleitores inscritos, Martins está fazendo através da imprensa e das escolas uma campanha para reverter essa situação que é iminente.
- Falta pouco para nós, pouco mais de 800 eleitores, assim, fizemos contatos com as escolas para saber quantos alunos estão em idade entre 16 e 18 anos para estimular que eles tirem o título assim como os assentados da reforma agrária que residem aqui, mas ainda mantém domicílio eleitoral em seus municípios de origem– disse Martins.

Ele lembrou que há um forte movimento da Associação dos Magistrados Brasileiros, da AJURIS e do próprio TRE do RS que tem uma posição contrária a essa resolução porque ela gera um comprometimento do acesso a democracia e a cidadania já que afasta o poder judiciário eleitoral da comarca, o que  isola mais ainda Piratini que possivelmente será abarcado por Pelotas.

Outra preocupação de Martins é que assim determinarem, o que fica claro é que não vai haver mais a intervenção e fiscalização do Ministério Público e Poder Judiciário nas eleições nesses municípios.

 – Já temos uma situação social e política bem comprometida no Brasil e nesse momento coloca-se em risco a vontade da população de elegerem candidatos que façam uma campanha limpa- concluiu.

terça-feira, 30 de maio de 2017

Cantar das Esporas vai distribuir 10 mil em premiação

Terça-feira- 30 de maio de 2017
Gineteadas vão distribuir prêmios e levantar o público

Por quatro dias, de  08  a 11 de junho, a pista coberta do Sindicato Rural de Piratini novamente deve ser insuficiente para receber a 11ª edição do Cantar das Esporas, evento promovido pelo Piquete multicampeão Resto de 35, que este ano ampliou a festa para receber competidores e fãs deste tipo de evento.

Serão 130 ginetes tentando ficar o tempo limite em cima de 115 aporreados (cavalos) e 60 ginetes na briga com o boi para levar os dez mil reais em premiação.

Wagner Guastuci, que integra a organização garante o sucesso do Cantar das Esporas antes mesmo de ele ocorrer, dado a estrutura que está sendo montada em torno da competição.
-Teremos mágicos, bandas, shows e uma praça de alimentação montada em frente ao parque para que as pessoas possam ser mais bem recepcionadas – disse.

O evento rompeu fronteiras por isso além de ginetes do Paraná e Santa Catarina, países da América Latina devem se fazer representar em Piratini para perseguir o prêmio.

Guastucci lembra que a estrutura hoteleira da cidade não só receberá expectadores das gineteadas, mas também os próprios ginetes já que a organização lhes garantirá hospedagem e alimentação, o que é uma inovação, e que o rodeio vai movimentar vários outros seguimentos gerando em torno de 400 mil reais para o município.

Ele elogia e agradece a postura do atual presidente do Sindicato Rural, Hugo Lobato, que em sua gestão voltou a ceder à pista para que o evento tornasse a ser promovido, mas concorda que o crescimento mostra que se faz necessário um local com bem mais espaço.
- Herval tem uma grande Arena, Pelotas se destaca pela grandiosidade e nós, temos sim capacidade de tranquilamente atrair cinco mil pessoas, basta para isso ter espaço – encerrou Guastucci.
Colaboração: Nativa FM
Nael Rosa- redator responsável
Contato: 53-84586380
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Governo nega aumento e situação deve se agravar

Terça-feira- 30 de maio de 2017
Vereador prevê sérias dificuldades até o fim do ano letivo

Em 2016 o transporte escolar envolvendo os terceirizados e também a frota da prefeitura causou muita dor de cabeça ao executivo. Carros insuficientes, em estado mecânico a desejar, atraso constante com as empresas que ao longo do ano letivo terceiriza o serviço, e muitos alunos do interior sem aulas por até uma semana.

O ano novo nos colégios começou e o horizonte parece não ser diferente. Sem fôlego para custear os 230 mil reais mensais para transportar alunos do município e do estado, o secretário municipal de educação, Gilson Gomes que também é o vice- prefeito de Piratini foi bater à porta da Secretaria Estadual de Educação pedir para o governo que aumente os atuais 72 mil reais do convênio que o Rio Grande do Sul possui com o município para o vai e vem dos alunos do ensino médio.

Ouviu um sonoro não e com isso a situação novamente deve se agravar.

O vereador Sérgio Castro- PDT, acompanhou Gomes e no retorno da viagem criticou a postura do governo do estado e afirmou que se a situação não mudar Piratini não terá folego para suportar o problema até o fim do ano letivo.
- Não temos mais pernas para aguentar e, é importante que se esclareça para a comunidade que critica, mas que não sabe o quão complexo é o assunto. - desabafou Castro.

Segundo o vereador há um esforço conjunto para amenizar a situação com a compra de um ônibus que já está integrado a frota, e outros dois veículos de menor porte que serão incorporados à frota.

A ideia é diminuir os contratos terceirizados para o transporte criando assim mecanismos para que não se chegue ao ponto em que chegou Canguçu que rompeu com o governo do Estado, o que causou o maior transtorno.
-Será às duras penas, a dificuldade e brutal, inclusive de repasses. Temo que até o fim do ano não tenhamos forças- prevê.


Nael Rosa- redator responsável
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segunda-feira, 29 de maio de 2017

Surge nova esperança para envolvidos com drogas

Segunda-feira-29 de maio de 2017
Jasson integra o trio que tenta reverter a situação

Como lidar com um drogaditos, ou seja, alguém que faz uso de drogas seja ele adolescente ou adulto?
E a família, que tipo de amparo, orientação, caminho a lhe apontar?

Em Piratini surge uma nova alternativa abrigada pelo Centro de Apoio Psicossocial ou Caps Farropilha, onde funciona um Projeto Social que busca, segundo Jasson Rodrigues, um dos integrantes, fortalecer a rede de proteção social voltada a adolescentes e adultos em situação de vulnerabilidade social.

Conforme Jasson, sargento aposentado da Brigada Militar,(foto) um dos objetivos é desenvolver estratégias para potencializar a autoestima da população atendida, focalizando na reestruturação familiar e resgate de valores que visam à reintegração social, e assim criar uma cultura de paz em nossa comunidade.

O público alvo do Grupo:
O público alvo do projeto são drogaditos em cumprimento de medidas sócio-educativas em meio aberto;  adolescentes egressos do sistema privativo de liberdade; adolescentes e adultos com dependência de substâncias psicoativas; adolescentes gestantes; familiares de dependentes químicos em tratamento e/ou pós-tratamento; famílias com foco na prevenção ao uso e abuso de substâncias entorpecentes.

Conforme o sargento que trabalhou por uma década com crianças visando a prevenção, o principal objetivo do grupo é o auxílio e acompanhamento a dependentes químicos e seus familiares.
- Como pessoas voluntárias como a Marli Zenati que representa o Caps Farroupilha e Vilmar Guastucci que representa a comunidade, lidamos com pessoas voluntárias para fomentar uma reestruturação familiar e reinserção social dos dependentes, visto que não há nenhuma instituição que preste este apoio no município- explicou Jasson.

O Grupo de Apoio Esperança reúne-se às sextas-feiras, às 19:00, impreterivelmente. 


Nael Rosa- redator responsável
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