terça-feira, 21 de maio de 2019

Alunos arrecadam e doam 1. 200 quilos de alimentos


Terça-feira- 21 de maio de 2019
Alimentos ajudarão famílias carentes do município
Cerca de 300 estudantes das séries iniciais, finais e também do Educação para Jovens e Adultos (EJA) da Escola Estadual Rui Ramos, foram responsáveis por arrecadar 1.200 quilos de alimentos não perecíveis, ação que fez parte da Campanha da Solidariedade do educandário e que teve  desfecho no domingo, (19) quando direção, alunos e seus familiares participaram do ato de entrega dos donativos arrecadados junto à comunidade, ao secretário municipal de Cidadania e Assistência Social, Adilson de Oliveira.

Conforme Oliveira, toda a comida será destinada para parte das 2.500 famílias cadastradas e atendidas pelo Centro de Referência de Assistência Social (CRAS), que beneficia pessoas em situação de vulnerabilidade. Ele elogiou a atitude dos colegiais e lembrou que não é a primeira vez que eles se empenham para ajudar o próximo.

“Em 2017 os alunos desta escola já fizeram um campanha que arrecadou leite,  após destinado para o consumo das crianças do nosso abrigo de menores. Considero a atitude deles um exemplo, pois é perceptível que houve um grande empenho de todos, incluo aí seus mestres e a direção”, disse o secretário, assegurando que com a quantia doada será possível formar quarenta cestas básicas com trinta quilos de alimentos cada uma.

“São crianças, o futuro do país, e estão crescendo com esse espirito de ajudar o próximo”, acrescentou.

Para a diretora da Rui Ramos, Paula Manetti Porto, isso é o resultado dos valores que o colégio trabalha durante o ano, o que ela considera um diferencial.

“Estamos formando cidadãos, pois entendo que os valores estão enraizados e são trabalhados tanto na família quanto na escola. Ensinamos as  alunos que não é uma questão de doar o que está sobrado para nós, e sim o que falta às outras pessoas”, explicou.


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segunda-feira, 20 de maio de 2019

Secretário aborda sobre a Semana Farroupilha 2019

Segunda-feira- 20 de maio de 2019
Secretario disse que as chances de terceirização existem, mas são mínimas

Diante de rumores na comunidade de que a edição 2019 da Semana Farroupilha de Piratini não será realizada, o secretário municipal de Cultura, Fladimir  Gonçalves, já foi convidado a ir Câmara Municipal de Vereadores duas vezes nos últimos trinta dias, onde foi, principalmente por alguns parlamentares de partidos eu compõem a base governista, pressionado a dar detalhes sobre como a prefeitura pretende realizar o evento, e em nenhuma das oportunidades abriu para os vereadores o que está sendo feito para viabilizar a festa que nos últimos dois anos foi explorada e organizada por um empresa terceirizada, modelo bastante criticado pela comunidade nas redes sociais.
Em entrevista ao Eu Falei, Gonsalves não descartou a possibilidade de novamente realizar pregão eletrônico para buscar interessados em fazer o evento, mas assegurou que a probabilidade de isso tornar a acontecer é muito reduzida.
“Não descartamos, mas somente será assim em último caso e se as demais alternativas as quais estamos trabalhando desde outubro de 2018 não forem efetivadas”, disse o secretário sem revelar quais são essas possibilidades.
“Poderá haver uma composição para que a festa seja uma realidade, mas não vamos detalhar agora, o que pretendemos fazer nos próximos dias, porque não queremos criar expectativas em cima de situações que podem vir a não se concretizar”, acrescentou.
Embora a terceirização não seja o objetivo, ele destacou que, as duas edições realizadas no governo de Vitor Ivan Rodrigues não impactaram os cofres públicos, e que independente das ações que sua pasta deve tomar agora, a responsabilidade com os recursos públicos vem em primeiro lugar.
“Eu como secretário paguei muitas contas de edições anteriores, e embora que nós tenhamos buscado uma empresa para organizar a Semana Farroupilha, devo lembrar que não ficou um só centavo para que a prefeitura pagasse depois, portanto temos a responsabilidade novamente com o dinheiro que é do contribuinte, pois não vamos atrasar salário de servidores e nem de fornecedores para fazer festa”, disse Gonsalves.
Ele encerrou admitindo que está muito difícil captar recursos, pois nas esferas estadual e federal ocorreu a troca de comando na Cultura, o que paralisou as tratativas para a promoção de atividades culturais em todos os municípios do Rio Grande do Sul.
“ Tenho tido contanto com os músicos e cantores e estão todos apavorados, pedindo socorro em busca de trabalho. Faremos o possível e em breve pretendemos divulgar o rumo a ser tomado com relação ao que vamos fazer esse ano”, conclui.


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quinta-feira, 16 de maio de 2019

Acusado de assassinar Letícia será julgado este mês


Quinta-feira- 16 de maio de 2019
Letícia foi morta com golpes dados com cabo de enxada
Um crime que chocou a comunidade de Piratini e levou centenas de pessoas para às ruas em manifestação para pedir justiça, vai ter seu desfecho dia 23 de maio quando o Tribunal do Júri será formado na Associação Atlética Banco do Brasil (AABB) para julgar Luciano da Rosa Marques, hoje com 38 anos, acusado de matar sua esposa, Letícia Dutra da Luz, à época com 20 anos, com golpes na cabeça dados com um cabo de enxada.

O crime aconteceu em 22 de janeiro de 2016, na residência do casal, situada no Bairro Padre Reinaldo, após a última das várias brigas entre os dois, quando o réu golpeou a cabeça de Letícia causando traumatismo crânio encefálico, o que a levou à morte horas depois.

Para Miguelina Dutra da Luz, irmã da vítima, foi o desfecho trágico de uma relação onde sobravam brigas e ameaças.

“Eles brigavam muito. O Luciano além de ameaçar minha irmã, também ameaçava minha mãe com quem eles moravam”, disse Miguelina em entrevista ao Eu Falei após o crime.

Segundo ela, o acusado já havia avisado durante um dos desentendimentos que pretendia dar fim à vida da esposa.

- “Minha irmã não queria mais ficar casada, então o Luciano avisou que, se ela não ficasse com ele não ficaria com mais ninguém”, contou.

O trágico acontecimento deixou outras três vítimas inocentes, filhos do casal, e uma delas, com cinco anos de idade, presenciou a morte da própria mãe.

O promotor de justiça, José Olavo dos Passos, que vai atuar na acusação, disse que deve pedir a condenação de Luciano, que em 2018 saiu do Presídio Estadual de Canguçu e foi transferido para o Instituto Psiquiátrico Forense, em Porto Alegre.

“Após ele ter praticado o feminicídio não foi constatada nenhuma doença mental, o que foi diagnosticado depois  e levou à posterior internação. Sendo assim, ele será julgado pelo assassinato de Letícia, o que não impede em caso de condenação, que o magistrado decida por uma medida de segurança e o devolva para o tratamento”, explicou o promotor.

O julgamento está previsto para começar às 09:30 da manhã do dia 23.

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quarta-feira, 15 de maio de 2019

Prefeitura rebatiza ESF e dá o nome de Jabu da Luz


Quarta-feira- 15 de maio de 2019- Foto: Douglas Dutra
Homenageado serviu a secretaria por 25 anos
No dia 14, a Prefeitura de Piratini realizou a solenidade para dar nova denominação ao posto Estratégia de Saúde da Família, que até então era denominado Posto de Saúde Central, para ESF Jabu da Luz, apelido do motorista Luís Alberto Ulguim da Luz, que morreu aos 55 anos em 2017, devido a complicações geradas pelo diabetes.

O projeto que originou a troca é do vereador pedetista Sérgio Castro, e prestou uma homenagem ao condutor que dos 31 anos em eu atuou como funcionário público municipal, 25 foram na conduzindo de pacientes.

“Dar o nome de um motorista da Secretaria de Saúde a uma unidade da pasta é algo inédito, mas muito merecido, pois tínhamos  uma dívida com ele devido ao belo trabalho que ele fez, como por exemplo, carregar doentes no colo até  ambulâncias, leitos de hospitais ou consultórios, e muitas vezes até sofrer com a dor deles.  Muito do que pregamos hoje ao orientar os demais condutores no transporte de pessoas enfermas, faz parte do legado deixado por jabu”, destacou o secretário de Saúde Diego Espíndola.

Entre os familiares presentes à cerimônia, José Augusto da Luz, 27 anos, filho do homenageado, que lembrou o carinho e admiração mútuos entre seu pai e o atual secretário.

Eles se ajudaram muito e por muito tempo. Estamos gratos e contentes com esse reconhecimento, pois agora ele ficará na história. Meu pai foi um grande homem, muito dedicado e preocupado com o próximo, e isso ele deixou como ensinamento para a família, tanto que, mesmo durante a guerra perdida  para a doença, enquanto se manteve lúcido nos aconselhou a fazer o bem sempre”, disse José Augusto.


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terça-feira, 14 de maio de 2019

José Auri quer medalha para ativistas da raça negra



Vereador está na expectativa da aprovação do projeto
O parlamento piratiniense votará na próxima sessão ordinária o Projeto de Lei do vereador petista, José Auri, que cria a homenagem Legislativa Zumbi e Dandara dos Palmares,  que objetiva homenagear personalidades que se destacaram ou se destacam entre outras ações, no trabalho contra a discriminação racial, na defesa dos princípios constitucionais fundamentais assegurados a todos os brasileiros e na promoção da igualdade racial em Piratini.
Conforme justificativa do autor, a comenda em forma de medalha, é uma maneira justa de destacar homens e mulheres da raça negra pelo trabalho incansável, mas quase nunca reconhecido, em prol da negritude piratiniense.
“Entendo que muitos são os que realizam ações notáveis na comunidade e merecem ser homenageados, sendo um dever nosso como legislador, reconhecer a luta deles, por exemplo, na questão racial, algo lamentável, mas que é uma realidade em todo o Brasil que insiste em não entender que somos todos iguais, desrespeitando as pessoas por causa de sua cor, os tornando parte das vítimas das desigualdades sociais no país”, disse Auri.
A professora Eva Maria Pinheiro, integrante do Movimento da Pastoral Afro da Paróquia Nossa Senhora da Conceição e ativista do Movimento Negro de Piratini, entende que a iniciativa do paramentar é interessante e muitos são os merecedores da comenda.
“Quem ganha-la eu tenho convicção de que será merecido, pois  a negritude do município é atuante em prol da causa. Muitos são os que lutam, buscam melhorias para o nosso povo e fazem isso  sem se dar conta da dimensão de suas ações positivas e tão pouco são reconhecidos pela comunidade neste sentido”, opina.
Se aprovada, a medalha será entregue em sessão solene e 20 de novembro, Dia da  Consciência Negra.


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segunda-feira, 13 de maio de 2019

Emater e Apecol preparam 5ª Feira do Feijão Orgânico


Segunda-feira- 13 de maio de 2019
Feira sera realizada na Praça Inácia Machado da Silveira

A Emater, em conjunto com a Associação de Produção Ecológica Conquista da Liberdade (APECOL) está nos preparativos finais para a 5ª Feira do Feijão Orgânico de Piratini, evento que este ano será realizado dia 29 de maio na Praça Inácia Machado da Silveira.

Segundo a extensionista rural da Emater, Luciana Pranke, no que diz respeito à quantidade de variedades de feijão produzidas sem a utilização de agrotóxicos, essa edição será igual à promovida em 2018, ficando o diferencial para o evento paralelo.

“Este ano a feijoada que será comercializada no horário de almoço durante a feira e que ocorre no Galpão de Rondas do 20 de Setembro CTG, além de ser preparada com o feijão preto e com uma das variedades de colorido, também será servida com o feijão branco. A intenção é agradar a todos os paladares, pois o sabor é diferenciado em relação aos demais citados e utilizados”, explicou a extensionista.

Ela frisou que, a intenção sempre é ampliar o que é disponibilizado para a comercialização na feira, o que esse ano não será possível devido ao clima não favorável que prejudicou a primeira safra, normalmente colhida em janeiro e que foi praticamente perdida devido ao excesso de chuva, restando aos produtores colher a segunda safra no mês de maio.

Luciana destacou que a produção de feijão orgânico há poucos anos não existia em Piratini, tornando-se isso uma realidade dado ao trabalho desenvolvido pela Emater junto aos agricultores hoje certificados e concentrados no segundo distrito do município.

“Dos quatorze produtores que estarão expondo e comercializando os feijões este ano, todos fazem participaram de um plano de recuperação de sementes criado pela Emater. Até então apenas uma variedade era produzida nessas localidades, e através da iniciativa e do apoio dado por nós, foram recuperadas quarenta variedades, o que nos levou a também estimular a criação da feira do produto”, lembra Luciana Pranke.

A venda da feijoada já está sendo realizada na Emater e na Feira da APECOL, que ocorre as  quartas-feiras na mesma praça do  palanque. O valor é de R$ 15,00 por pessoa e o consumo é livre.


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