quarta-feira, 15 de agosto de 2018

Cofrinho Solidário é a nova ação da APAE Piratini

Quarta-feira, 15 de agosto de 2018
Os valores podem ser irrisórios, mas para a APAE são importantes

Para muitas pessoas ao serem mantidas na carteira moedas se tornam um incomodo e o destino comum são aqueles cofres em casa que levam meses, muitas vezes, anos para atingirem sua capacidade de armazenamento, ou seja, ficarem cheios, e isso acontecendo o dinheiro de metal some do comércio se tornando um problema na hora do troco.

“Já que é para armazenar em um cofre, que seja no da a APAE”, está requisitando Lizete Frizzo, presidente da Associação dos Pais e Amigos dos Excepcionais de Piratini.

A urna que chama a atenção de quem passa pelo caixa de alguns comércios do município é um convite à solidariedade no momento de pagar as compras realizadas.

“A ideia surgiu em 2016 e veio através do nosso tesoureiro João Carlos Araújo, deu muito certo nos dois primeiros anos, mas agora observamos ao recolher as quantias arrecadadas até o final da primeira quinzena de cada mês, que as pessoas reduziram o ato de doar suas moedinhas”, observa a presidente.

Ela e os demais integrantes da direção e também os funcionários estão empenhados e mudar este comportamento e com isso ser o cofrinho solidário mais uma das diversas campanhas da entidade que possibilitam a continuidade dos serviços prestados pela mesma.

“Tudo o que temos feito ultimamente já não é visando a ampliação dos serviços, e sim, a manutenção da estrutura já existente, uma vez que, por exemplo, a folha de pagamento dos funcionários que atendem atualmente dezenas de alunos é onerosa para o que capta mensalmente a instituição”, explica Lizete.

“É só uma moedinha, o que não vai impactar em nosso orçamento mensal, mas quando menos esperamos, elas já encheram os cofres, o que vai ajudar muito a APAE de nossa cidade”, amplia.

Feijoada
Para aumentar à captação de recursos a entidade realizará no próximo dia 24 de agosto um dos seus eventos mais tradicionais. A Feijoada da APAE novamente, assim como nos anos anteriores, deve lotar as dependências da Associação Atlética Banco do Brasil (AABB).

“Essa atração, juntamente com os Queijos & Vinhos, é garantia de êxito e injeção de valores importantes usados no atendimento e atenção dos que necessitam do que propiciamos”, finaliza a gestora.

Reportagem: Nael Rosa
Contato: 53- 984-586380 e 53- 999-502191
email:naelrosa@nativafmpiratini.com



terça-feira, 14 de agosto de 2018

Pais não buscam e números da vacinação decepcionam


Terça-feira- 14 de agosto de 2018
Vacinas asseguram imunização contra doenças graves
Incompreensível! Este foi o termo utilizado pelo secretário municipal de saúde, Diego Espíndola, para definir, ao menos até o momento, o baixíssimo interesse dos pais em vacinarem seus filhos contra a poliomielite e o sarampo, campanha intensificada nacionalmente nas redes sociais e, em muito na imprensa nacional devido ao novo risco de casos das duas doenças graves, já que o sarampo pode levar ao óbito e a pólio causar paraplegia, comprometendo em definitivo o movimento das pernas.

“Não entendo. A estrutura está à disposição, as vacinas existem e o risco no país é real, então, por que mães e pais não estão levando seus filhos para receberem as doses que asseguram que as crianças não terão o risco de contrair doenças tão graves é o meu questionamento”, disse Espíndola.

O desabafo do secretário está alicerçado em um número realmente surpreendente e decepciona: mesmo as Unidades Básicas de Saúde vacinando desde o dia 06 de agosto, até agora somente 12% da meta de 90% dos pequenos em idade de receber as vacinas foi atingida.

“Sinceramente, eu espero que neste sábado, 18 de agosto, que é quando teremos o dia “ D” para a imunização em nível nacional, possamos alcançar algo em torno de 60%, mas confesso que diante do que vimos até agora estou receoso”, falou o secretário já não mais acreditando na meta inicial.

“Ainda entendo que deveríamos ter a intervenção de outros órgãos, inclusive da justiça, como acenou o Ministério Público inicialmente, para que mães e pais atualizem a carteira de vacina de seus filhos. Talvez esta seja uma necessidade real”, conclui.

Em Piratini os postos de saúde estão abertos das 08: 30 às 11:30 e das 13:00 às 16: 30h. No sábado o horário para os residentes na cidade será especial e unidades móveis irão percorrer todo o interior e toda as crianças com idade entre 01 e 05 anos devem receber as vacinas
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Reportagem: Nael Rosa
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quarta-feira, 8 de agosto de 2018

Confusão envolve antiga viatura do Samu no Cancelão


Quinta-feira- 09 de agosto de 2018
Vigilante disse que é impossível entender essa confusão
No princípio de maio deste ano a ambulância do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência- Samu, de Piratini, saiu de cena, ao menos para essa atividade específica. De cena, mas não de evidência, e talvez o secretário municipal de saúde, Diego Espíndola terá que considerar descaracteriza-la antes do que previa.

É que o veiculo finalmente substituído por outro, foi doado para a estrutura da pasta, assim, passou a integrar a frota que a secretaria dispõe com objetivo de buscar e levar pacientes, principalmente dentro do perímetro urbano e na vila do Cancelão. E foi neste bairro que a velha ambulância se tornou parte de uma ocorrência.

Damião Marques da Silveira, 40 anos, contou à reportagem que no domingo, 05, sua mãe, Alda Marques da Silveira, 83 anos passou mal.

“Ela teve cólicas, vômito e desmaiou, sintomas que podem ser indicativo de problemas cardíacos. Como somos sozinhos eu pedi ajuda ligando para o número 192, a emergência, e no máximo 25 minutos após chega em nossa casa uma ambulância do Samu, mas apenas com o motorista, ou seja, sem socorrista”, contou o vigilante.

Começava aí um mal entendido que no dia seguinte foi parar no Ministério Público.

“Diante da situação me neguei a acompanhar minha mãe na ambulância, pois se eu quisesse apenas um motorista poderia te chamado um táxi. Naquele caso se fazia necessário no mínimo uma técnica em enfermagem”, disse Silveira.

“Se eu ligo para a emergência e me aparece aqui um veículo com as cores, logo e numero do Samu, o que devo pensar? Que é Samu, certo?, questionou.

O fato é que não era e, assim como foi, sem paciente, o condutor da ambulância retornou à base sem completar o chamado.

O secretário Espíndola explicou o enrosco.
“O que aconteceu é que quando ele relatou por telefone os sintomas de sua mãe para a regulação em Pelotas, o médico entendeu que não era um caso para o Samu, e quando isso ocorre somos contatados para uma de nossas unidades buscar o enfermo e conduzir ao Pronto Atendimento e, em muitas dessas situações não precisa técnico, apenas o motorista e no dia do episódio quem estava de prontidão era a antiga ambulância.

Diante da situação que pode vir a ocorrer novamente, Espíndola concorda que a então viatura que por anos serviu a emergência precisará receber uma nova pintura e caracterização.

Reportagem: Nael Rosa
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Investimento de 30 mil leva Contêineres até bairros

Quarta-feia- 08 de agosto de 2018
Distribuição já está acontecendo e Cancelão também será contemplado
O bairro Sinuelo, que até então enfrentava a situação mais complicada com relação ao lixo armazenado em sacolas plásticas depositadas por moradores em grande quantidade nas calçadas e canteiros que dividem o acesso e saída do local, foi na terça-feira, 07 de julho, o primeiro a receber quatro das novas quarenta lixeiras adquiridas pela Prefeitura Municipal de Piratini.

O novo investimento nos coletores foi de R$ 30 mil e busca solucionar o mesmo problema enfrentado em todos os demais bairros que formam a periferia da cidade, e ainda no Cancelão, situado a dez quilômetros da área urbana, já que o centro da cidade teve lixeiras do tipo containers, iguais as compradas agora, implantadas em dezembro de 2017.

“Após a primeira ação no ano passado, a resposta com relação à higiene foi muito boa, pois diminuiu significativamente os resíduos jogados ao longo das avenidas principais. Com o êxito alcançado chegou o momento de pedir o apoio dos moradores de todos os demais bairros do município para quem além de depositarem no local certo, façam também da maneira correta realizando a separação adequada do lixo”, disse Gláuber Morais, licenciador ambiental da Secretaria Municipal de Meio Ambiente.

Morais destacou que essa separação de tudo que sobra após o consumo nas residências é essencial para colaborar com o trabalho há muito realizado pelas cooperadas da CooPiratini, cooperativa de catadoras que sobrevivem de grande parte do que é descartado.

“Para a grande maioria, lixo é somente lixo, mas para elas, é a  subsistência, o .sustento de suas  família, então  essa aquisição dos contêineres também visa contemplar a atividade das catadoras que são atualmente as responsáveis por mantermos a cidade mais limpa proporcionando assim saúde pública e o cuidado adequado com o meio ambiente”, acrescentou.


Reportagem: Nael Rosa
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terça-feira, 7 de agosto de 2018

Filhos dizem que mãe morreu após resultado falso


Terça-feira- 07 de agosto de 2018
Filhos vão ingressar com uma ação judicial
O blog Eu Falei traz com exclusividade o que pode ser o primeiro caso de óbito por câncer de colo de útero após um diagnóstico contrário à doença em que o material coletado em uma paciente foi testado e emitido pelo Serviço Especializado de Ginecologia, (SEG), laboratório situado em Pelotas e que está no centro da polêmica de possíveis amostras não analisadas, mas que tiveram como resultado a negativa para uma das maiores causas de morte entre as mulheres brasileiras.

 A família trouxe o caso à tona nesta segunda-feira, 06, após reunir todos os exames realizados por Carmem Lúcia Camargo Macedo, que morreu aos 58 anos, em 23 de agosto de 2016, cinco meses após receber em mãos o atestado de que, ao menos com relação a sua saúde ginecológica estava tudo em ordem.

“Temos o exame em mãos feito em Piratini que teoricamente deveria ter sido analisado pelo SEG, em Pelotas. Assim temos convicção de que nossa mãe não está hoje com a família devido a um diagnóstico que não condizia com a situação que ela já estava enfrentando e não sabia, e quando tomamos ciência da gravidade era tarde demais”, disse o pecuarista Nero Tiago Pedroso, 34 anos, que recebeu a reportagem junto à irmã Jaciane Pedroso, 36 anos, dois dos quatro filhos que Carmem deixou.

Eles contaram que foi uma corrida contra o escasso tempo que tiveram para tentar salva-la com um procedimento feito de forma particular, pois a situação se agravou rapidamente e desta forma não foi impossível aguardar pelo Sistema Único de Saúde- (SUS).

“Dois meses depois que ela fez o pré-câncer surgiu um corrimento, indicativo de que algo não ia bem. Ela consultou um especialista que, mesmo diante do exame negativado para um possível tumor decidiu realizar o que a medicina chama de raspagem, a coleta de material de parte do útero. A amostra seguiu para biópsia e esta atestou um carcinoma”, revelou o filho.

Carcinoma é uma espécie de tumor maligno desenvolvido a partir de células epiteliais, glandulares que tende a invadir tecidos circulares originando metástase que é Quando o câncer se espalha além do local onde começou.

E foi o que aconteceu. Diante do diagnóstico grave, um segundo médico cirurgião foi procurado e novamente diante do resultado do teste analisado pelo SEG tentou tranquilizar a paciente.

“O cirurgião aconselhou que nossa mãe realizasse uma histerectomia, ou seja, a retirada do útero e seus adjacentes, como ovários e trompas, por exemplo,” relembra a filha Jaciane”.

Neste momento, acreditava-se que o câncer estava circunscrito ao interior do útero, portanto com a retirada de todo o aparelho reprodutor se impediria que o mesmo se espalhasse, o que infelizmente já era realidade.

“Quando o médico abriu a região, em 27 de julho de 2016, viu que o tumor já estava nas paredes do abdome e havia também um nódulo no fígado, e logo a seguir, em agosto, estávamos nos despedindo dela”, recordou o filho.

Depois da situação envolvendo o laboratório contatado pela prefeitura de Pelotas, referência para exames de pré-câncer para a região que reúne dez municípios, os irmãos decidiram, após segundo eles terem convicção de que houve um erro, buscar a justiça para pedir uma reparação.

 “Nossa dúvida é em que estado essas amostras, entre elas a de nossa mãe, foram armazenadas, pois o ideal é que o material seja novamente testado e possa-se com isso se chegar ao diagnóstico de câncer, o que nos dará embasamento jurídico, mas o principal é impedir que isso aconteça com outras mães e filhas, já que casos da doença já estão surgindo após o mesmo tipo de análise”, conclui Nero Pedroso.

Reportagem: Nael Rosa
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segunda-feira, 6 de agosto de 2018

Quadra aguarda há nove anos para ser concluída


Segunda-feira- 06 de agosto
Há nove anos o cenário é o mesmo
Um esqueleto de concreto à espera de conclusão, mas diante da realidade das obras inacabadas comuns no Brasil, sem expectativa concreta de ficar pronta e passar a servir à comunidade na qual está situada. Esta é a situação daquilo que um dia, no ano de 2009, a população, principalmente os praticantes da modalidade Futsal, esperava do que inicialmente acreditou-se que seria o novo ginásio poliesportivo de Piratini, que começou a se construído na área que faz parte do Centro de Eventos Erni Pereira Alves, na primeira gestão do governo Vilso Gomes- PSDB.

O obra teve só a sua primeira fase concluída, o tempo passou, um temporal em 2012 derrubou as colunas à espera da continuação da empreitada, as mesmas foram reerguidas um ano depois e desde então, há nove anos, o cenário é o mesmo: uma quadra poliesportiva, (essa é a denominação correta) que já consumiu a metade do orçamento previsto de R$ 800 mil, dinheiro extraído dos cofres público, mas que está estagnada.

Buscamos o secretário de Desporto Fladmir Gonsalves para saber se há um futuro, ao menos em médio prazo, para a retomada da construção do espaço.

“Quatro anos depois que a quadra foi iniciada eu assumi pela primeira vez a secretaria e tentamos movimentar o processo novamente, oportunidade em que se recuperou a fase perdida no vendaval recolocando as colunas e as amarras, mas depois a prefeitura acionou judicialmente a empresa ACP Engenharia, Arquitetura e Pré Moldados para que ela concluísse os trabalhos e o final desse litígio foi que a mesma decidiu não cumprir o que rezava no contrato”, explicou Gonsalves.

Ele destacou que ano passado a Caixa Econômica Federal e o Ministério dos Esportes foram buscados novamente para a liberação do restante do valor a ser depositado: cerca de R$ 335 mil, mas que o processo foi complexo e demorado em virtude da defasagem do valor então contido nas planilhas de custo.

“Foram liberados apenas mais R$ 65 mil, o que consideramos pouco diante da necessidade, mas  que foi suficiente para a colocação de uma parte do piso. Agora nosso setor de engenharia recuperou a parte técnica do projeto, que para o Ministério já estava em fase de extinção devido há tantos anos terem passado, e nós coube ir a busca da captação de recursos”, ampliou o gestor.

 A prefeitura licitou novamente a obra, cuja vencedora foi a Construtora Costamar, e afirma ele, a retomada poderá acontecer a qualquer momento.


“Vale lembrar que isso não depende somente de nós”, disse Gonçalves que está esperançoso de que o telhado, fase principal, seja colocado em 2018, mesmo concordando que a situação de liberação de verbas para projetos inacabados é quase uma exceção  no Ministério dos Esportes.
Nael Rosa-
Contato: 53-84586380
Naelrosa@nativafmpiratini.com