terça-feira, 11 de junho de 2019

Diego anuncia que vai em busca de mais doses da H1N1

Terça-feira- 11 de junho de 2019
Diego assegurou que vai em busca de mais doses da vacina
O secretário municipal de Saúde de Piratini, Diego Espíndola, disse na segunda-feira (10) que a exemplo de anos anteriores já requisitou à Secretaria Estadual de Saúde, mais doses da vacina contra a Gripe H1N1. O pedido é principalmente para atender as pessoas que não integram os grupos de risco, pois as 1.200 doses que haviam restado da campanha nacional esgotada no mês passado, duraram apenas quatro dias se esgotando na noite da quinta-feira, 06 de junho.
“Vamos à busca, mas sem previsão de quantas e se vamos conseguir mais vacinas que por ventura tenham sobrado em outras regiões do Estado, mas o que vier agora é lucro, então já estamos agindo mesmo sabendo que não será fácil”, disse o secretário.
Em uma avaliação final, Espíndola revelou que 3.700 doses foram aplicadas no município, mas ele lamenta que o índice para o público alvo tenha sido um dos mais baixos da zona sul, pois a cidade atingiu apenas 62% das pessoas que integram os grupos de risco, mas com um atenuante.
“62% realmente é um índice que nos decepciona, mas é discutível, pois entendo ser complicado cobrar um percentual um pouco maior em Piratini, uma vez que somos um município que possui fronteiras com vários outros, assim, mesmo que tenhamos o “Dia D”, quando direcionamos as unidades móveis para a zona rural, muita gente ou já se vacinou ou deixa para se vacinar em cidades vizinhas devido estas serem mais próximas, o que permite a elas viajar bem menos para se imunizarem” , entende o gestor que citou Canguçu como exemplo, pois lá o índice ultrapassou 100%, o que em seu entendimento, mostra que o município em questão atendeu pessoas que não são da cidade.


Nael Rosa- redator responsável
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segunda-feira, 10 de junho de 2019

Macega faz nova tentativa para a redução de salários

Segunda-feira- 10 de junho de 2019
Pedido do vereador será votado na próxima sessão
Na sessão do Legislativo desta segunda-feira (10) o vereador Marcial Guastucci, o macega (MDB), entrará com um requerimento destinado à Mesa Diretora da casa requisitando que a mesma faça um Projeto de Lei para reduzir em 20% salário dos vereadores, secretários, prefeito e vice-prefeito.

Será a segunda tentativa de macega neste sentido, já que na legislatura passada quando também ocupou uma das cadeiras, ele foi autor de uma matéria no mesmo sentido, sendo derrotado por 7x2.

“No meu anterior mandato eu pedi a redução de 40%, mas acharam muito e não passou. Agora reduzi o índice, e mesmo achando que os salários são merecidos, entendo que a diminuição ainda deve ocorrer porque o município esta em sérias dificuldades financeiras, sem dinheiro para calçar ruas, fazer rede de esgoto e manter a estradas em bom estado”, argumenta o emedebista.

No cálculo feito pelo vereador, se o seu pedido se transformar em projeto e este for aprovado, haverá uma economia mensal de R$ 29 mil por mês.

“Para que as pessoas tenham uma noção, este montante daria para comprar mensalmente quase oito mil litros de óleo diesel nos valore atuais, e se incluirmos o décimo terceiro salário de todos, é possível chegar a 99 mil litros em um ano, que imagino ser muito mais que o utilizado pelas máquinas todos os meses para dar manutenção às vias rurais”, acrescentou

Confira abaixo os valores atuais e quanto estes ficariam com a redução proposta.

Prefeito: salário atual R$ 19 mil- com a redução: R$ 15,168,00

Vice-prefeito: salário atual, R$ 9,544- Com a redução: R$ 7, 600,00

Secretários- Salário atual- R$ 5.968, 00- Com a redução: R$ 4,775,00

Vereadores: Atual R$ R$ 5,830,00- Com a redução : R$ 4,644,00


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Comando fala sobre a presença do POE em Piratini


Segunda-feira- 10 de junho de 2019
Integrantes do POE reforçam segurança no município
O comandante da Brigada Militar em Piratini, tenente Carlos Ricardo Volz Muller, tornou público na sexta-feira (07),  que os índices de criminalidade no município, mais especificamente furtos e arrombamentos, tiveram uma queda drástica, o que ele atribui em muito ao trabalho realizado por policiais do Pelotão de Operações Especiais (POE) grupo lotado no 4ª Batalhão de Polícia Militar, com sede em Pelotas, e que devido a Operação Paz no Interior atuam na cidade.

Segundo Muller, a operação é um esforço do comandante da unidade pelotense, coronel  Perak, que ciente do déficit de efetivo nas pequenas cidades, conseguiu junto ao governo do Estado recursos que por hora permitem essas ações.

“Com a aposentadoria de um número significativo de servidores da Brigada Militar, o que é preocupante, o comando conseguiu para que fossem empregadas patrulhas no interior, e isso ocorre desde o final de 2018 e que nós esperamos que continue, mesmo que saibamos ser complicado devido aos custos”, disse o tenente, lembrando que há a necessidade de pagamentos de diárias aos componentes da operação, pois eles se deslocam diariamente de outro município, portanto precisam ser ressarcidos dos valores gastos com alimentação e estadia, por exemplo.

“O Estado está em dificuldades financeiras, portanto não posso afirmar até quando contaremos com esse reforço, essencial inclusive em Piratini que recentemente sofreu com ataques a agências bancárias,  e para crimes como esse é essencial ter este efetivo com policiais mais preparados para o enfrentamento de quadrilhas, equipados com armamento pesado e prontos para controlar distúrbios, mas que atuam principalmente de forma ostensiva e na prevenção, mas aptos também para a repressão”, assegura Muller.

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domingo, 9 de junho de 2019

Sulica estrangula Mercenário e conquista cinturão


Domingo- 09 de junho de 2019

Com Falcão e Alessandro, sulica comemorou a conquista
Ele bateu, amassou e finalizou. Com um desempenho espetacular que levou ao delírio quem compareceu ao Ginásio Benoir Garcia, Centro de Eventos Erni Pereira Alves, Luciano Linhares, o “sulica”, conquistou na noite de sábado (08), o cinturão do Adrenalina Fight 09, evento de Artes Marciais Mistas (MMA) ao derrotar na metade do segundo round Maicon Silveira, o “ mercenário”, de Rio Grande, com uma guilhotina, golpe de estrangulamento que fez o oponente desistir do embate.

Na luta da noite, depois de 14 outros combates, Linhares, que agora tem um cartel de seis vitórias e quatro derrotas, mostrou que sua então deficiência, a luta de solo e que lhe rendeu duas derrotas em eventos recentes quando foi finalizado, é algo que com muito treinamento vai ficando para trás.

Contra mercenário, o lutador piratiniense preferiu mostrar que as técnicas de jiu-jitsu ensinadas por Alessandro Garcia, seu mestre, e pelo multicampeão pelotense da modalidade, Leandro Ribas e ainda pelo mestre Júlio Secco, eram o melhor caminho para conquista do título na categoria peso galo, até 61 quilos.

“Não tenho dívidas que meu desempenho no solo fez a diferença, tanto que coloquei o mercenário para baixo três vezes”, disse o lutador depois da vitória, já pensando no futuro, pois aguarda a confirmação para fazer o combate principal de um evento de MMA a ser realizado em setembro, em Novo Hamburgo.

“ Vou treinar muito para, caso essa luta se confirme, eu possa fazer bonito”, concluiu Linhares que recebeu o cinturão das mãos do campeão europeu dos pesos pesados Maiquel Falcão, que também ajudou na fase de preparação.


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sexta-feira, 7 de junho de 2019

Acusado decide devolver dinheiro às suas vítimas


Sexta-feira, 07 de junho de 2019

A matéria publicada na edição de quinta-feira- (06) no blog Eu Falei, que abordou o drama de duas pessoas que foram lesadas por Adilson Silveira Brum, construtor de casas pré-fabricadas, chegou até o empresário de Aceguá após a reportagem ser compartilhada em grupos nas redes sociais.

Preocupado com a repercussão negativa para a sua empresa, a Chalé Y Cia, com sede em Rio Grande, Adilson voltou a fazer contato com as vítimas, o que elas reclamavam que não ocorria há semanas, pois o mesmo não atendia as ligações e bloqueou seus clientes de Piratini na conta usada no Facebook para promover suas vendas.

Ele propôs um acordo para a doméstica  Jenifer Porto, 19 anos, lesada em R$ 10 mil dados como entrada para que ele construísse sua casa própria: Ele realizaria os pagamentos de forma parcelada e com juros, e ela retiraria a denúncia de estelionato feita à Polícia Civil, e também apagaria as postagens expondo a situação envolvendo seu nome.

O mesmo foi proposto ao comerciante Edevar Ferreira Silva, 61 anos, e que perdeu R$ 5 mil na transação que não se concretizou.

Diante dos acordos feitos, o acusado entrou em contato com a reportagem, onde buscou se defender.
“O que aconteceu é que pegamos casas demais para fazer e muitas delas atrasaram. No caso dos clientes de Piratini, eu já estava com toda madeira comprada e estocada, mas eles não aceitaram mais que a construção fosse feita (versão desmentida pelas vítimas), então usei o material para erguer outras encomendas e com isso ter dinheiro para ressarci-los”, disse Adilson, que negou ter evitado seguidos contatos com Edevar e Jenifer, o que também foi comprovado pelos compradores.

Quanto às reclamações expostas nas redes sociais por possíveis vítimas de Rio Grande e Pelotas que teriam caído no mesmo golpe, ele confessou que outros negócios deram errados.

“Fizemos trezentas casas, e em vinte tivemos problemas, assim decidimos parar com as vendas e intencionamos reembolsar a todos”, garante.

A Jenifer, ele devolveu R$ 3 mil na tarde de ontem, e prometeu enviar via depósito bancário ,dia 15 de junho, mais R$ 7 mil, e outros R$ 2 mil como forma de compensação, totalizando R$ 12 mil.

O comerciante Edevar Silva também recebeu a primeira parcela no valor de R$ 1 mil, e teve a garantia de que o mesmo valor será depositado nas próximas quatro semanas.

Indignada com a situação, Jenifer Porto disse que não vai retroceder na divulgação do fato como exigiu o empresário.

“Não vou apagar nada do que publiquei e nem retirar a queixa feita à polícia até que todo o meu dinheiro seja devolvido, pois já confiei uma vez e ele não cumpriu”, falou.



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quinta-feira, 6 de junho de 2019

Vitão diz que não fará o loteamento do Cancelão


Quinta-feira- 06 de junho de 2019
Prefeito alegou falta de recursos para a obra
O prefeito de Piratini, Vitor Ivan Gonçalves Rodrigues (PDT), afirmou que, ao menos em sua gestão que termina em 31 de dezembro de 2020, o terreno adquirido pela prefeitura em 1999, período em que Paulo Borges, do MDB, era o gestor, não se transformará em loteamento no bairro Cancelão.

 A afirmação foi feita na segunda-feira, 03/06, durante a audiência pública realizada no colégio do bairro, o República Rio Grandense, quando vereadores e a comunidade debateram o assunto.

Rodrigues justificou falando da atual realidade econômica do município, que disse ser totalmente adversa e diferente da enfrentada pelos seus antecessores.

“Se não foi feito em gestões passadas, quando eles tinham todas as condições para fazer esse loteamento, não é nessa administração, sem orçamento e recursos para a infraestrutura que eu vou fazer”, disse o prefeito.

Ele destacou que para alojar pessoas no local, se faz necessário primeiro a abertura de ruas, rede d’água, de esgoto pluvial e rede elétrica, o que demanda um valor que os cofres públicos não dispõem.

“O governo federal, nem o estadual tem políticas públicas para a habitação, assim se torna difícil para prefeituras realizarem obras nesse sentido, mesmo que tenhamos ciência de que devemos sim buscar uma solução para esse loteamento, mas em médio prazo é impossível, sendo assim, eu não vou fazer o que os demais prefeitos fizeram, que foi prometer e não cumprir, então eu afirmo que não faremos”.

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