sexta-feira, 26 de abril de 2019

Exame confirma que a morte de Aline não foi por H1N1


Sexta-feira- 26 de abril de 2018

O secretário municipal de saúde, Diego Espíndola, usou suas redes sociais ao final desta manhã para tranquilizar  a população sobre o possível caso Gripe de H1N1 na cidade e que ocasionou uma busca intensa de pessoas pela vacina contra a patologia nos últimos três dias.

Isso ocorreu após a morte na madrugada de 24 de abril da Piratiniense Aline Schroder Schiavon  27 anos, que estava na Unidade de Terapia Intensiva do Hospital São Francisco Paula, em Pelotas desde a Sexta-feira Santa.

A possibilidade de a morte de Aline ter sido por Gripe A foi ventilada por seu marido, Glauber Ávila, em uma postagem em sua conta em uma rede social.

A situação fez com que Espíndola requisitasse auxílio à secretaria de saúde do Estado, Arita Bergmann, acionando também a Vigilância Sanitária Estadual e a Coordenadoria  Regional de Saúde.

“Mobilizamos todo o aparato disponível para que obtivéssemos o resultado do exame feito no material colhido pelo hospital o mais rápido possível,  o que nos permitiria  a certeza se tínhamos ou não uma vítima da gripe em Piratini. Normalmente levaria bem mais tempo para que o resultado da análise fosse divulgado, mas precisávamos agir rápido caso fosse positivo, ou cessar a preocupação das pessoas no município que é o que fazemos agora”, explicou o secretário.

Espíndola lamenta que, mesmo com a divulgação do fato, as pessoas que fazem parte dos grupos de risco que são crianças de seis meses a seis anos incompletos, idosos e também gestantes não buscaram em número maior os postos de saúde para receber a dose da vacina, assim os índices continuam baixos.

“Houve certa correria, mas por parte das pessoas que não integram os grupos determinados pelo Estado. Todos precisam compreender que não sou eu quem determina a vacinação de todos da cidade, e sim a Secretaria Estadual de Saúde”, destacou.


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Emater promoveu o 1º Concurso Municipal do Mel


Sexta-feira- 26 de abril de 2019
Vencedores participarão da edição regional
A Emater Piratini promoveu na quarta-feira (24) no saguão da Prefeitura, o 1º Concurso Municipal do Mel, produzido totalmente por pessoas situadas nos cinco distritos do município e que recebem o acompanhamento da Emater na criação das abelhas e extração do produto.

O concurso avaliou através de nove jurados amostras de dez produtores, o que foi dividido em duas categorias: mel claro e mel escuro.

Os critérios de avaliação foram subjetivos e envolveram a análise sensorial dos avaliadores que, de acordo com o seu gosto pessoal deram notas ao sabor, a cor e ao cheiro de cada amostra.

Na categoria mel claro, o vencedor foi o apicultor Elpídio Silva. A segunda posição ficou o mel de Zaneti  Guadalupi. Na categoria mel escuro, vencedor foi Joel Porto, ficando o segundo lugar para Neri de Oliveira.

Para Benhur Martins, da Emater, o concurso é relevante, pois além de definir quais produtores participarão da edição regional, permite ao apicultor conhecer e melhorar  seu produto e ainda dá subsídios para a Emater onde ela pode interferir.

“No geral, as mais de vinte toneladas do mel produzido em Piratini podem ser classificadas como muito boa. Temos ótimas floradas de eucalipto e ainda as nativas. É um produto tipo exportação, muito bem aceito, tanto que entra no mercado com mel orgânico”, resume.

Ele concluiu dizendo que 95% da produção é oriunda da agricultura familiar, onde seus integrantes tem a atividade como paralela à principal, mas que vinte famílias vivem exclusivamente da apicultura e que no total cem famílias inserem no mercado o seu produto.

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quinta-feira, 25 de abril de 2019

Filha fala sobre a situação do pai Vicente Amaral


Quinta-feira- 25 de abril de 2019
Vicente Amaral vive hoje em uma clínica geriátrica em Pelotas
Um vídeo postado na noite da terça-feira (23) em vários grupos de redes sociais comoveu milhares de Piratinienses, o que rapidamente acabou por gerar centenas de comentários criticando a família do personagem da filmagem realizada no interior de uma Casa Geriátrica situada em Pelotas.

Nele, o taxista Vicente Amaral, 74 anos, aparece implorando para a filha, Patrícia Amaral, que o retire do local onde está vivendo. Muito emocionado, Vicente reclama da vida que leva na instituição especializada em cuidados com idosos e clama para voltar para casa.

Diante da repercussão negativa do fato, a reportagem Eu Falei entrou com contato com Patrícia, que é enfermeira e também fisioterapeuta na cidade em que o pai agora vive. Ela disse ter ficado emocionada  com a situação e lamenta as acusações que vem sofrendo, inclusive com denúncias ao Ministério Público mesmo antes da aparição do vídeo, ela chorou por diversas vezes ao longo dos 25 minutos em que a entrevista durou, e disse que não vive mais em paz dado à falta de ajuda por parte do irmão Rafael Amaral e da incompreensão das pessoas com o drama que ela e o pai vivem desde que ele teve um Acidente Vascular Cerebral (AVC) em agosto de 2018 e ela precisou tomar a frente dos cuidados que ele necessita.

”Quando vi os vídeos também me emocionei ao ver meu pai chorando e dizendo que só quer a liberdade. Colocando-me no lugar de quem assistiu, fiquei imaginando a tristeza e a indignação e que muitas pessoas devem estar me julgando sem conhecer a realidade, sem saber que meu pai está mentalmente doente”, disse Patrícia.

Ela destaca que enquanto profissional da área de saúde e também filha, em momento algum faria algo para prejudicar o próprio pai e frisa que 90% das pessoas que tem um derrame cerebral não aceitam a doença e depois de certa melhora física e motora querem voltar para a vida que tinham anteriormente, o que ela entende, mas que isso é impossível diante do estado de saúde de Vicente.

“Há nove meses cuido sozinha de toda essa situação. Meu irmão foi chamado pela Promotoria e manifestou que não poderia ficar com nosso pai. Passei 90 dias no hospital com ele internado sem ajuda que esperava ter. “Preciso que o Rafael assuma por um tempo porque estou psicologicamente esgotada”, reclama.

Patrícia revelou que os custos mensais com o pai ultrapassam os R$ 7 mil, mais de 50% desse montante é gasto com a clínica, sendo a renda mensal dele de penas R$ 2 mil por mês, assim o restante tem sido bancado por ela para que Vicente tenha cuidados especiais 24 horas por dia, o que ela até tentou dar no inicio quando alugou um apartamento para ambos e contratou pessoas para lhe ajudar.

“Não deu certo por dois motivos: muitas vezes a pessoa contratada não comparecia para trabalhar e eu tenho dois empregos com os quais tenho minhas responsabilidades. O outro fator é que quem presta esse tipo de serviço exige carteira de trabalho assinada, o que eu não tenho condições de oportunizar, então em comum acordo com o pai ficou decidido que ele iria para um local especializado, e assim fiz”, explica.

Ela disse que se comove com o choro de Vicente ao pedir para retornar para a vida que tinha até então, mas que laudos médicos atestam que isso é impossível, pois ele tem muitas limitações e precisa de cuidados constantes e profissionais que ela não conseguiria dar.

“Se alguém de Piratini  garantir a estrutura que ele precisa em tempo integral eu aceito, mas é necessário que essa pessoa realmente se responsabilize, ao contrário disso eu posso ser processada por deixar ele em casa sem os devidos cuidados”, disse Patrícia que conclui:

“Estou me manifestando em respeito à comunidade, mas necessito de paz para seguir em frente. Não vou responder as ofensas que estou sofrendo nas redes sociais, mas fui aconselhada por um promotor a registrar Boletim de Ocorrência e tomar providências contra essas pessoas, afinal sou uma pessoa idônea e tenho uma reputação a zelar”.

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Leia abaixo a manifestação enviada à nossa redação.

Meu pai recebeu uma visita na clinica e essa pessoa filmou seu pedido para voltar para sua casa, o seu desejo de retomar a sua vida, de estar com as suas coisas.

Quando vi os vídeos também me emocionei ao ver meu pai barbudo, chorando e dizendo que só quer a liberdade. Colocando-me no lugar de quem assistiu, fiquei imaginando a tristeza e a indignação e que muitas pessoas devem estar me julgando sem conhecer a realidade, sem saber que meu pai está mentalmente doente.

Ninguém mais do que eu gostaria que meu pai estivesse pleno, em sua casa, cuidando de sua vida e conversando com seus amigos, fazendo a sua barba. Mas infelizmente, ele não tem mais condições de morar sozinho e precisa de auxílio para suas tarefas pessoais e de tratamento especializado.

Meu pai sofreu um AVC frontal direito que pega uma área cognitiva, que afeta a consciência, traz alteração de humor e comportamento impulsivos. Ele está sendo acompanhado por um psiquiatra que emitiu um laudo dizendo que ele não tem plena consciência de suas ações.

É como se ele não tivesse consciência das suas limitações, mas tem o desejo de fazer o que sempre fazia.

É um cenário muito triste e que desejo que ninguém tenha que passar por isso. Mais triste ainda, é ver algumas pessoas se aproveitam disso, fazendo vídeos que expõem meu pai e tentam criar a ideia de abandono ou de interesse econômico.

Meus pais me educaram e Deus sempre me orientou pelo caminho do bem. Meus pais não tiverem condições de custear meus estudos, fui atrás e nunca desisti de buscar conhecimento e de ter uma vida melhor. Hoje, os recursos de meu pai não conseguem custear o seu tratamento e eu não meço esforços para ajudar, garantido que ele tenha todo o tratamento necessário, incluindo fisioterapia semanal que lhe ajudou a retomar a maior parte das funções motoras.

Como acontece em muitas famílias, meu irmão não é presente a não me ajuda com o meu pai, sua participação se resume e visitas esporádicas e criticas ao que faço.  Gostaria muito de ter outra realidade, não precisar trabalhar de sol a sol, ter apoio de meu irmão e de colocar o meu pai em nossa casa e dividir os custos de cuidadoras com ele, levando e trazendo ele dos médicos que precisam vê-los semanalmente.

Na verdade, todos sabem que não é fácil cuidar de uma pessoa idosa com sérios problemas de saúde e confusão mental e que às vezes nem a barba quer fazer. Mas assim como meu pai, todos desejamos que as coisas fossem como nosso pensamento gostaria e não como elas realmente são. Desde minha avó que se dizia que falar é fácil, difícil é fazer.

Sei que estou fazendo o que posso com a melhor intenção e boa vontade. Fico à disposição de quem quiser mais informação, de quem quiser cópia de laudos médicos ou visitar meu pai.

Patrícia Amaral

quarta-feira, 24 de abril de 2019

II Moto Acamp será no primeiro fim de semana de maio

Quarta-feira- 24 de abril de 2019
Evento ocorrerá no Centro de Eventos Erni Alves
O Grupo Amigos Motociclistas Piratinieses, que em suma e a união de três outros grupos da cidade de Piratini, promove nos dias 3, 4 e 5 de maio no Centro de Eventos Erni Pereira Alves, a segunda edição do Moto Acamp Farroupilha, evento com expectativa de receber 400 motos em que seus pilotos ficarão acampados por três dias na estrutura da Prefeitura Municipal.
Segundo Rodaika Dutra, envolvida na organização, o objetivo é reunir os amigos do asfalto e suas máquinas tanto do Brasil quanto do Uruguai, dando um caráter social à festa já que a entrada para participar da atração será um quilo de alimento não perecível a ser destinado à Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE).
A celebração terá a animação de quatro bandas e um Dj, e como atração externa, o sábado, 4 de maio, acontecerá o tradicional passeio pelas ruas de Piratini.
“Estamos nos preparando para ser bons anfitriões, pois todas as vezes que participamos de eventos do gênero em outras cidades somos muito bem recebidos, tendo como custo praticamente o combustível pra o deslocamento. Para isso nos preparamos bem mais e com mais tempo do que na edição anterior e isso vai vai nos permitir entre outras situações ofertar refeições para os participantes a um valor bem reduzido e justo”, sintetiza Rodaika.
Ela destaca que motociclismo é muito mais do que andar de moto, e sim uma irmandade que tem como princípios a igualdade, respeito, honra e solidariedade, e que eventos como o programado servem para que todos confraternizem e façam novas amizades.
“Vamos fazer um evento humilde, mas acolhedor para receber nossos amigos, o que é uma realidade quando somos visitantes. Agradecemos o apoio da Prefeitura que cedeu às instalações e convidamos a nossa comunidade a nos prestigiar”, conclui.


Contato dos organizadores:
Yuri: 9-997666977
Sara: 9-4012154
Tiago: 9-84012118

Deibla: 9-9670814


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terça-feira, 23 de abril de 2019

Estado de Aline piora, e marido pede orações para ela




Um boletim emitido no inicio da noite desta terça-feira (23) trouxe notícias mais preocupantes sobre o estado de saúde da Piratiniense Aline Schiavon, 27 anos, internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital São Francisco de Paula, em Pelotas, aumentando ainda mais o drama vivido pelo marido Glauber Ávila e pelos pais da paciente desde a sexta-feira santa quando ela internou com suspeita de um cálculo na vesícula, mas que rapidamente evoluiu para a paralisação parcial das atividades pulmonares.

“ Ela está muito mal. Parou um pulmão por completo e o outro funciona somente com 25% da capacidade. Minha mulher está em coma, então peço orações de todos para ela”, requisitou Glauber em conteúdo passado por telefone.

A piora da situação de Aline veio menos de 24 horas depois que os médicos descobriram que o organismo dela tem uma bactéria destrutiva, rara e que causa a falência do sistema respiratório.

Exausto e ciente de que a situação é extremamente grave, o companheiro da Piratiniense diz que não consegue dormir diante da preocupação.

“Tiro uns cochilos dentro do carro onde estrou desde que ela internou. Larguei a função de serviços gerais na empresa em que trabalho em Guaíba há oito meses para ficar o mais próximo dela possível, pois neste momento a saúde da minha mulher está em primeiro lugar. Deus é que sabe, só não quero que ela sofra”, disse Glauber que conclui:

“Agradeço a todas as manifestações de carinho que temos recebido desde que isso tudo começou, e peço que todos continuem rezando por minha esposa”.

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Encontrado o carro usado no assalto ao Banrisul


Terça-feira- 23 de abril de 2019
Spacefox foi encontrada em matagal no terceiro distrito
Está em poder das autoridades o veículo usado por quatro integrantes de uma quadrilha que pratica assaltos a bancos na região e que no primeiro do mês invadiu e tornou reféns os clientes que estavam na agência do Banco do Estado do Rio Grande do Sul- Banrisul, de onde   levaram o malote que acabara de ser descarregado pelo carro forte de uma empresa de valores.

O bando fugou pela ERS 265, pegando a direção do terceiro distrito, área rural extensa de Piratini e que oferece várias rotas de fuga, local onde foi encontrando na manhã da terça-feira (23).

O veículo, resgatado pela Brigada Militar é uma Spacefox, encontrada em uma localidade do terceiro distrito não revelada pela pela Policia Civil. O mesmo seguiu para ser periciado, o que pode fornecer mais dados à investigação a cargo da Delegacia de Roubos,subordinada ao DEIC.


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