segunda-feira, 10 de julho de 2017

Voluntária da ong dá resposta ao secretário de saúde

Segunda-feira-10 de julho de 2017
Elenara (à esquerda), entende que o ataque foi usado como defesa

Elenara Adamoli, uma das duas voluntárias da Ong Amigo do Bicho referida pelo secretario de saúde de Piratini,Diego Espíndola, na edição passada, matéria que abordou o envenenamento de cães no município, se manifestou com relação a uma das colocações de Espíndola, que apontou como solução para reduzir a quantidade de cães e gatos nas ruas, a criação de uma nova ong a ser gerida inclusive, pelas pessoas que estavam presentes àquela reunião.

Elenara disse que essa foi à única saída que o secretário encontrou para fugar do problema que é de responsabilidade da prefeitura.”Acho que ele se precipitou, mas mesmo não tendo sido por maldade, a saída dele foi atacar o nosso trabalho por também eles estarem sendo cobrados com relação ao envenenamentos” , disse a voluntária que ajuda cuidar de 45 cães. Ela ampliou: “segundo penso, o que ele ou eles tinham que fazer era ofertar mais atitudes que venham a somar no trabalho que fazemos, que tem problemas sim, mas que realizamos com as melhores das intenções”

 Com relação aos envenenamentos ela lembrou que em sua página pessoal, há uma campanha que busca captar recursos para aumentar uma recompensa que a ong oferece para quem vá até a Delegacia de Polícia Civil e aponte quem é o responsável por matar os animais. Mas até essa parte está frustrante. É porque um valor atrativo seria de cinco mil reais, por exemplo, e até o momento tudo que conseguiram arrecadar foram 600 reais.

Carla Kramp, a outra voluntária da Ong Amigo do Bicho também se referiu à reunião realizada pela prefeitura.  Para ela a única saída é controle de natalidade, ou seja, castrar, tornar estéril as cadelas. Sobre isso Carla tem uma crítica: “sensibilizado como o nosso problema  de não ter uma sala ideal para as castrações o Ministério Público através do promotor, nos destinou 30 mil reais para a construção. Mas Já fazem meses que isso aconteceu e nem sinal de projeto por parte da prefeitura”.reclama Carla.


A saída encontrada por ela mesmo que não seja a ideal, é levar constantemente em seu próprio veículo até dez cachorros e cadelas para serem adotados por famílias de Porto Alegre, famílias que ela garante são analisadas por ela atentamente para reduzir a possibilidade de maus tratos ou abandono.


Nael Rosa- redator responsável
Contato: 53-84586380


email:naelrosa@nativafmpiratini.com

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