terça-feira, 30 de maio de 2017

Governo nega aumento e situação deve se agravar

Terça-feira- 30 de maio de 2017
Vereador prevê sérias dificuldades até o fim do ano letivo

Em 2016 o transporte escolar envolvendo os terceirizados e também a frota da prefeitura causou muita dor de cabeça ao executivo. Carros insuficientes, em estado mecânico a desejar, atraso constante com as empresas que ao longo do ano letivo terceiriza o serviço, e muitos alunos do interior sem aulas por até uma semana.

O ano novo nos colégios começou e o horizonte parece não ser diferente. Sem fôlego para custear os 230 mil reais mensais para transportar alunos do município e do estado, o secretário municipal de educação, Gilson Gomes que também é o vice- prefeito de Piratini foi bater à porta da Secretaria Estadual de Educação pedir para o governo que aumente os atuais 72 mil reais do convênio que o Rio Grande do Sul possui com o município para o vai e vem dos alunos do ensino médio.

Ouviu um sonoro não e com isso a situação novamente deve se agravar.

O vereador Sérgio Castro- PDT, acompanhou Gomes e no retorno da viagem criticou a postura do governo do estado e afirmou que se a situação não mudar Piratini não terá folego para suportar o problema até o fim do ano letivo.
- Não temos mais pernas para aguentar e, é importante que se esclareça para a comunidade que critica, mas que não sabe o quão complexo é o assunto. - desabafou Castro.

Segundo o vereador há um esforço conjunto para amenizar a situação com a compra de um ônibus que já está integrado a frota, e outros dois veículos de menor porte que serão incorporados à frota.

A ideia é diminuir os contratos terceirizados para o transporte criando assim mecanismos para que não se chegue ao ponto em que chegou Canguçu que rompeu com o governo do Estado, o que causou o maior transtorno.
-Será às duras penas, a dificuldade e brutal, inclusive de repasses. Temo que até o fim do ano não tenhamos forças- prevê.


Nael Rosa- redator responsável
Contato: 53-84586380

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